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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

NOS EUA, CASAL RECEBE US$ 2,2 MILHÕES PARA TROCAR ASFALTO POR PLACAS SOLARES


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O casal norte-americano Julie e Scott Brusaw tem um sonho ambicioso: trocar todo o asfalto do mundo por placas solares, o que reduziria drasticamente as emissões de gases de efeito estufa e geraria energia limpa e renovável. A boa notícia é que o plano visionário está mais perto de se tornar realidade.
Batizado de Solar Roadways*, o projeto dos dois recebeu US$ 2,2 milhões viafinanciamento coletivo – aliás, mais que o dobro do valor que pediram inicialmente na plataforma de crowdfunding Indiegogo. O dinheiro veio de mais de 48 mil pessoas, de 42 países. Um sucesso! Especialmente, porque o vídeo de divulgação viralizou na web, com mais de 19 milhões de visualizações (assista no final deste post).
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Como colocar o projeto em prática? Para responder a essa pergunta, vou contar a história do começo. Quando tiveram a ideia de instalar painéis fotovoltaicos no chão, o casal passou a pesquisar uma forma de fazer as placas aguentarem muito peso. “Queríamos painéis solares em que você pudesse dirigir, estacionar e andar em cima”, conta Scott, que é engenheiro elétrico, no site da iniciativa. A pesquisa durou oito anos, mas foi bem sucedida!
Com financiamentos da Administração Federal de Rodovias dos EUA, o casal desenvolveu painéis que podem aguentar mais de 113 toneladas. Feitos de vidro (10% do material é reciclado!), cada módulo possui pequenos hexágonos que contém células solares.
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Agora, o dinheiro arrecadado com o crowdfunding será usado para viabilizar a tecnologia no mundo todo e contratar profissionais. “Esses painéis podem ser instalados em rodovias, estacionamentos, calçadas, ciclovias e playgrounds… Literalmente, em qualquer superfície abaixo do sol”, conta o casal em seu site.
A ideia é que a eletricidade gerada pelas placas abasteça casas e empresas. De acordo com os cálculos do casal, um sistema nacional de painéis pode produzir maisenergia limpa do que os Estados Unidos usa como um todo.
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Além disso, o Solar Roadways também tenta convencer com outros benefícios, como:
- fazer crescer o mercado de carros elétricos, graças aos novos postos de abastecimento de energia;
- acabar com os postes de energia das ruas, já que os fios de transmissão de eletricidade seriam subterrâneos;
- descongelar neve que fica acumulada nas vias, e
- sinalizar com iluminação LED pessoas e animais atravessando a pista à noite.

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Convenceu?
Abaixo, assista ao vídeo do projeto:

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ESTUDANTE CRIA DISPOSITIVO DE BAIXO CUSTO QUE RETIRA SUJEIRA DA ÁGUA DA CHUVA


Uma iniciativa desenvolvida na Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe) promete facilitar o uso de água da chuva para consumo humano. Trata-se de um sistema que retém a água da chuva desviando as impurezas por meio de um dispositivo.
A tecnologia melhora significativamente a qualidade do líquido que pode ser armazenado em cisternas e, posteriormente, ser consumido. Batizado de Desviufpe, o dispositivo foi desenvolvido pelo engenheiro civil Júlio César Azevedo com ajuda das professoras Sávia Gavazza e Sylvana Melo dos Santos.
O projeto baseia-se na técnica de desvio de água já existente, mas que foi aprimorado pelo Núcleo de Tecnologia do campus da Ufpe em Caruaru, agreste pernambucano. Os modelos anteriores, por exemplo, eram feitos com concreto, o que ocasionava vazamento frequentemente. Quando se vive um período de estiagem, muito comum no nordeste, qualquer gota desperdiçada é uma grande perda.
O novo equipamento é feito com canos de PVC, que são instalados entre a calha e a cisterna. As primeiras precipitações de água ficam mais impuras pela própria sujeira acumulada nos telhados. Estas águas enchem os tubos, e ficam retidas neles, e depois podem ser usadas para fins domésticos, como limpeza da casa, quintal, rega de planta.
O restante da água que cai, com melhor qualidade, vai direto para a cisterna. Uma medida simples e que foi testada nas residências de cem famílias da zona rural de Caruaru.
De acordo com o projeto, que venceu o Prêmio Ana 2014 na categoria “Pesquisa e Inovação Tecnológica”, cada Desviufpe custa R$210. Após 25 meses de monitoramento da qualidade da água, comparando as cisternas que tinham o dispositivo instalado e as que não dispunham de nenhuma barreira sanitária, concluiu-se que o dispositivo foi capaz de reduzir de 67% a 100% o teor das impurezas.
Redação CicloVivo
http://ciclovivo.com.br/noticia/estudante-cria-dispositivo-de-baixo-custo-que-retira-sujeira-da-agua-da-chuva

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

AÇÃO ALERTA SOBRE DESCARTE DE BITUCAS

Iniciativa da Rede Papel Bituca conscientiza a população sobre o volume de bitucas descartadas nas vias de São Paulo

Crédito: Divulgação
*Por Amanda Boucault
A mais recente iniciativa da Rede Papel Bituca busca conscientizar as pessoas sobre o impacto do descarte incorreto das bitucas de cigarro.
O vídeo “Não existe lixo pequeno”, feito em parceria com a Vira Lata Produções, pretende alertar a população sobre a dimensão deste problema, colocando bitucas de cigarro gigantes em pontos estratégicos da cidade de São Paulo.
“Enquanto existirem pessoas que fazem a escolha de fumar, é preciso que alguém as conscientizem sobre os impactos que este hábito gera com o descarte incorreto do resíduo”, explica Rafael Henrique Siqueira Rodrigues, presidente do Instituto S.O.S., ONG responsável pela gestão da Rede Papel Bituca.
A Rede Papel Bituca tem como objetivo principal a conscientização e a preservação ambiental e para isso, tem como instrumento a coleta seletiva das bitucas de cigarro nos locais atendidos pelo programa.
Veja como foi a reação das pessoas:

CONHEÇA A CASA FEITA COM TIJOLOS DIFERENTES

As paredes são feitas de garrafas pet cheias de areia.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

ECOPLANTAR – PROJETO DE RECICLAGEM E REUTILIZAÇÃO DE EMBALAGENS DESCARTÁVEIS NA PRODUÇÃO DE MUDAS

O Ecoplantar é uma pequena iniciativa privada que busca atender completamente o conceito sustentabilidade de acordo com suas três esferas, econômica, social e ambiental. O projeto já atua por quatro anos em Campo Grande/MS tirando das ruas toneladas de resíduos sólidos, plásticos, papel, alumínio, embalagens longa vida, vidros e outros.
São reutilizados estes materiais para cultivar palmeiras ornamentais, madeiras, mudas nativas e outras plantas, transformando o lixo em vida. Nenhum vaso, tubo ou saco plástico é comprado para a produção de mudas e não há qualquer lixo após esta, apenas belas árvores e ar fresco em todo o mundo, porque eles são vendidos pela rede e enviados para todos os lugares.
São atendidas mais de 250 casas, empresas e restaurantes, oferecendo logística reversa com apenas um veículo pequeno. O excedente do material recolhido é levado para as empresas de reciclagem, até comprar as máquinas para ampliar a capacidade de coletar e reciclar.
Artistas locais pintam as lixeiras feitas de tubulações de ar condicionado e painéis de fibra de vidro provenientes de aquecedores de piscinas descartados. Tudo para fazer o cuidado com o meio ambiente atraente e divertido para as crianças grandes e pequenas.
Os usuários da rede podem colaborar usando o “Click Pet“, onde patrocinadores fazem uma doação por cada clique no site.
A Ecoplantar quer ajudar mais pessoas criando empregos dignos para catadores, ex-detentos e viciados em recuperação, reinseridos na sociedade através do nosso projeto, que nutre e educa o corpo e o espírito.
A ideologia do projeto está sendo propagada com Campanhas felizes de educação ambiental, a população está sensibilizada e cada dia mais pessoas querem colaborar, mudar velhos hábitos e trabalhar junto. A rede de cuidado ambiental cresce com poucos recursos e muito amor.