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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Projeto Técnico de Trabalho Social (PTTS) No Conjunto Habitacional Geraldo Felippe


Nesse trabalho social as famílias são atendidas diretamente por uma equipe de assistente social psicologa e pedagoga. Acontece por meio de palestras educativas e informativas junto as palestras os moradores são beneficiados com auxílio para melhor sua condição de moradia a exemplo: caixas para correspondência., lixeiras, kit de limpeza, kit de higiene, lâmpadas.  Alem dos cursos profissionalizantes.E claro nessas palestras contamos com a parceria do município sempre que possível para envolver os moradores a fim de informá-los sobre o que acontece no município e em seu território. A secretaria de meio ambiente esta dando palestra sobre lixo reciclagem.



terça-feira, 2 de junho de 2015

COM GESTÃO EFICIENTE, SUÉCIA ESTÁ PRÓXIMA DE RECICLAR 100% DO LIXO QUE PRODUZ

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Programa sueco de gestão dos resíduos tem ênfase na redução do consumo, no reuso e nas alternativas de reciclagem
Foto: sweden.se
Enquanto o Brasil apresenta muitas dificuldades para implantar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê, entre outros pontos, a responsabilidade compartilhada e o fim dos lixões, a Suécia recicla 99% dos 461 kg de lixo produzidos anualmente por cada habitante.
Mas como isso foi possível? Por meio da implementação de políticas capazes de envolver o governo, as empresas e a população. O programa sueco de gestão dos resíduos tem ênfase na redução do consumo, no reuso e nas alternativas de reciclagem. Já o lixo orgânico geralmente é utilizado em compostagens.
A destinação dos resíduos aos aterros sanitários e lixões é a última alternativa utilizada pelos suecos atualmente
A polêmica prática da incineração também é comum na Suécia, por intermédio das usinas Waste to Energy (WTE), que utilizam a tecnologia da queima em um ambiente controlado para gerar energia a partir do vapor produzido – três toneladas de lixo contém tanta energia quanto uma tonelada de petróleo. Contudo, ambientalistas criticam a medida, que contribuiria para a poluição atmosférica.

sexta-feira, 20 de março de 2015

COOPERVAÍ PROCESSA 100 TONELADAS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS POR MÊS

Coopervaí processa 100 toneladas de materiais recicláveis por mês

Pelo volume de materiais recicláveis, seria preciso haver mais cooperados, mas falta espaço
Foto: Fabiano Fracarolli

Pelo menos 20 toneladas de resíduos retornáveis são recolhidas das ruas a cada semana. Com esse volume todo, o trabalho na Cooperativa de Seleção de Materiais Recicláveis e Prestação de Serviços de Paranavaí (Coopervaí) não para: em um mês, são processadas quase 100 toneladas de papelões, papéis, plásticos, vidros e metais.
De acordo com a cooperada Santina Dias dos Santos, uma das fundadoras da Coopervaí, 35 pessoas trabalham no local, mas, pelo volume de coleta, seria necessário ampliar o número. A dificuldade está na falta de espaço para acolher novos cooperados. “Precisamos expandir, mas não temos condições. A lista de candidatos esperando uma oportunidade é grande, e nós queremos ajudar”.
Santina falou sobre a importância da Coopervaí. “É um trabalho que não fazemos só para nós. É para a comunidade toda”. E ela tem razão. Além de reduzir a quantidade de lixo enviado ao aterro sanitário, a cooperativa gera emprego e renda para dezenas de pessoas. “Isso é crescimento para a cidade”, destacou.
Mas ainda há problemas que precisam ser resolvidos. Além da falta de espaço para receber mais materiais recicláveis e, assim, ampliar o número de cooperados, outras situações preocupam Santina. Um exemplo: a Coopervaí tem uma empilhadeira que nunca foi usada porque não foi possível levá-la até o local, porque a frente da cooperativa não é asfaltada, o que impossibilita o transporte da máquina.
A falta de cuidados dos moradores na hora de separar materiais recicláveis e lixo comum também preocupa. Os cooperados ainda encontram fraldas, papéis higiênicos, restos de alimentos, vidros quebrados, seringas e uma série de outros itens que deveriam ser levados ao aterro sanitário. “Prejudica nosso trabalho e atrapalha o processamento”, disse Santina.
Mas não é o único problema. O excesso de materiais que não deveriam ser levados à Coopervaí ocupa espaços que poderiam ser destinados a mais produtos recicláveis, sem contar o fato de que podem provocar acidentes envolvendo os próprios cooperados. “A gente pode até se furar numa agulha dessas”, comentou a cooperada. 
DENGUE - Questionada sobre a possibilidade de haver criadouros de larvas do mosquito da dengue, Santina garantiu que os riscos são mínimos, uma vez que os cuidados para não deixar água acumulada dentro dos recipientes são diários. Quando chove, algumas pessoas ficam responsáveis exclusivamente para cuidar dessa questão.

Fonte: REINALDO SILVA - Da Redação



quinta-feira, 26 de junho de 2014

GRAVIMETRIA VAI REVELAR OS DOIS SETORES COM MELHOR COLETA SELETIVA DO MUNICÍPIO

Teve início nesta semana mais um estudo gravimétrico no aterro sanitário de Paranavaí que vai revelar os dois setores do município com melhor coleta seletiva. O Concurso de Melhor Separação de Resíduos por Setor de Coleta é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) e visa difundir e incentivar a prática da separação do lixo reciclável entre os moradores do município.
O estudo, também chamado de composição gravimétrica, consiste basicamente em uma pesquisa por amostragem para quantificar e qualificar os tipos de resíduos descartados pela população, destinados ao aterro sanitário. “Quanto mais resíduos orgânicos e menos material reciclável, melhor está sendo realizada a separação do lixo no setor”, explica o secretário interino de Meio Ambiente, Edson Hedler.
 Os setores campeões deverão ser conhecidos nos próximos 15 dias e receberão como prêmio um conjunto de benfeitorias no valor de R$ 300 mil (200 mil para o primeiro colocado e 100 mil para o segundo) que serão consignados no orçamento de 2015.
A escolha das obras será feita por meio de votação com a comunidade. Os moradores poderão optar por um conjunto de obras ou apenas uma benfeitoria, desde que não ultrapasse o valor do prêmio. Podem ser escolhidas obras de recapeamento de vias com CBUQ, drenagem e pavimentação asfáltica com rampas de acessibilidade, instalação de abrigos de ônibus, Academias da Terceira Idade, instalação de lixeiras ou redutores de velocidade (lombadas), reformas e revitalização de prédios públicos de até 300 m2, construção ou revitalização de praças, instalação de parques de diversão infantis e outras opções.
VENCEDOR DA PRIMEIRA ETAPA - A primeira etapa do concurso, realiza em dezembro do ano passado, teve como vencedor o Setor 6, que engloba os jardins Ipê e Santos Dumont. O prêmio de R$ 100 mil será investido na instalação de abrigos de ônibus e na construção de duas ACL´s (Academia Comunitária Livre), uma para cada bairro, que já foram licitadas e devem ser entregues nas próximas semanas.
Segundo dados do estudo gravimétrico realizado pelo município no primeiro semestre de 2013, mais de R$ 4,5 milhões em materiais recicláveis são despejados no aterro sanitário da cidade todos os anos. Por mês, duas toneladas de resíduos que poderiam ser reaproveitados vão para o aterro, um desperdício de R$ 372 mil por mês. O estudo apontou ainda que 34% dos resíduos que são jogados fora pela população poderiam ser reciclados.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Para Lorenzetti, fundação da Aserpa é mais um passo na consolidação de uma cidade sustentável


 O engajamento do Poder Público e do setor privado com o meio ambiente, aliado à conscientização popular, fez com que Paranavaí avançasse mais um passo na direção do desenvolvimento sustentável. Foi fundado nesta segunda-feira (24) a Aserpa - Associação das Empresas Recicladoras de Paranavaí, composta por nove empresas do setor que tem como objetivo comum otimizar a triagem de materiais recicláveis no município.
“Com a fundação da Aserpa estamos criando um novo negócio da ordem de quase R$ 4,5 milhões por ano. Esse é o valor em materiais recicláveis que é literalmente jogado no lixo em um ano em Paranavaí, segundo apontou um levantamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Com a associação vamos criar novas oportunidades de emprego e renda e evitar que esse dinheiro continue sendo enterrado no aterro. [...] Essa e outras iniciativas na área do meio ambiente estão permitindo que criemos uma cidade sustentável e a população já está se conscientizando disso porque, ou a gente cuida bem dos nossos recursos naturais, ou vamos comprometer a permanência do homem na terra”, afirmou o prefeito Rogério Lorenzetti durante a reunião de fundação da Aserpa, realizada em seu gabinete de trabalho.
“A ideia com a formação de uma cooperativa ou associação dos recicladores é agregar renda a estes micro empreendedores que trabalham exclusivamente com a compra e venda de materiais recicláveis. Todos os meses são descartados indevidamente no aterro sanitário R$ 372 mil materiais recicláveis, ou seja, tem muito material indo para o aterro que interessa aos recicladores”, destacou o secretário de Meio Ambiente, João Marques,
Na ocasião, ele lembrou que, graças a medidas como a notificação dos grandes geradores de resíduos sólidos e campanhas de conscientização sobre a reciclagem do lixo, a destinação correta deste tipo de resíduo teve uma grande evolução em Paranavaí. “Desde a notificação das empresas consideradas grandes geradores de resíduos sólidos, vimos o volume da coleta seletiva triplicar em nossa cidade. Por outro lado, vimos diminuir consideravelmente a quantidade de lixo que ia para o aterro. Se compararmos dezembro de 2012 com dezembro de 2013, por exemplo, tivemos uma redução de 500 toneladas de lixo recebido no aterro. O aumento na separação de materiais recicláveis, no entanto, fez surgir o problema da triagem, já que a cooperativa sozinha não estava dando conta de todo o volume. Sendo assim, vimos que era hora de buscar novas parcerias, que hoje estão reunidas na forma de associação”, observou o secretário.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CONHEÇA A CASA FEITA COM TIJOLOS DIFERENTES

As paredes são feitas de garrafas pet cheias de areia.



SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE FALA SOBRE REPASSE DE RECURSOS PARA A COOPERVAÍ

Em matéria divulgada ontem pelo Diário do Noroeste, a presidente da Cooperativa de Seleção de Materiais Recicláveis e Prestação de Serviços de Paranavaí (Coopervaí), Cleonice dos Santos França, afirmou que um dos motivos para as dificuldades financeiras enfrentadas pela entidade foi resultado do atraso no repasse de recursos feito pela prefeitura.
A situação foi explicada pelo secretário municipal de Meio Ambiente, João Marques. “A Coopervaí é uma prestadora de serviços para o Município, como tantas outras empresas. O que a presidente chamou de atraso no repasse de recursos foi porque o contrato venceu e a renovação demorou para acontecer”.
Segundo ele, isso aconteceu porque a prefeitura exigiu que a Coopervaí apresentasse um plano de trabalho e um regimento interno, antes que o contrato fosse retomado. Os documentos deveriam apresentar, por exemplo, a capacidade diária de recebimento de materiais recicláveis.
Foram dois meses até que a cooperativa concluísse, com a ajuda do Conselho de Desenvolvimento de Paranavaí (Codep), tanto o plano de trabalho quanto o regimento interno. Só então o repasse de aproximadamente R$ 14 mil por mês voltou a ser feito. O dinheiro é para cobrir os gastos com a manutenção diária.
Marques afirmou que o material reciclável recolhido das ruas de Paranavaí está sendo levado para empresas privadas, uma vez que a capacidade de produção da Coopervaí foi superada pelo volume de resíduos coletados nos últimos meses. Assim que a situação se normalizar, a cooperativa voltará a receber os produtos.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

MUNICÍPIO APOSTA NA CRIAÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO PARA OTIMIZAR SEPARAÇÃO DE RECICLÁVEIS



 A Secretaria Municipal de Meio Ambiente realizou na última segunda-feira (3) uma reunião para tratar sobre a criação de uma Associação de Pequenos Empreendedores de Materiais Recicláveis em Paranavaí com o objetivo de otimizar o trabalho de separação, contribuir com a geração de renda, preservação ambiental e, ainda, com a captação de recursos para o setor.
Os participantes assistiram a explanações sobre associativismo, com o secretário de Meio Ambiente, João Marques, e conheceram um pouco mais sobre o funcionamento do Banco do Empreendedor, com o gerente da Agência do Trabalhador, Carlos Henrique Scarabelli.
“A destinação correta de resíduos teve uma evolução considerável nos últimos anos em Paranavaí graças à coleta seletiva. A nossa ideia, com a formação de uma associação, é agregar renda a estes micro empreendedores que trabalham exclusivamente com a compra e venda de materiais recicláveis. O município tem condições de aumentar e muito a coleta seletiva, mas hoje a dificuldade é que falta gente para receber esse material”, afirmou João Marques.
“Queremos organizar o setor da iniciativa privada em forma de associação tendo em vista que num futuro próximo, com o desenvolvimento do Consórcio Intermunicipal Caiuá – Ambiental, a tendência é que tenhamos cada vez mais materiais recicláveis para separação e temos consciência que a cooperativa sozinha não vai conseguir dar conta de todo esse volume”, destacou o secretário. 
Com a criação da associação, os pequenos empreendedores continuarão trabalhando em seus próprios estabelecimentos e poderão buscar recursos públicos para viabilizar a atividade. “Só de possuir essa nova característica de empresa associativista, as portas de recursos para maquinários e outros investimentos já se abrem com mais facilidade. Além disso, a Lei de Responsabilidade e outras questões legais não permitem que o município beneficie uma empresa individualmente, mas uma associação já é mais fácil. Para isso acontecer, precisamos de, pelo menos, nove pequenos empresários e já temos seis interessados até o momento”, revelou o secretário, que garantiu que o município continuará dando todo o apoio necessário para a manutenção da Coopervaí (Cooperativa de Seleção de Materiais Recicláveis e Prestação de Serviços de Paranavaí).

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

MUNICÍPIO ORIENTA RECICLADORES PARA FORMAÇÃO DE COOPERATIVAS OU ASSOCIAÇÕES

A destinação correta de resíduos teve uma evolução considerável nos últimos anos em Paranavaí graças a um trabalho de conscientização, fiscalização e orientação para a coleta seletiva no município. Ainda assim, um levantamento feito pela Semam (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) aponta que quase R$ 4,5 milhões em materiais recicláveis são literalmente jogados no lixo em um ano.
Para tentar solucionar o problema, a Secretaria realizou nesta terça-feira (14) uma reunião com os catadores recicladores do município para sugerir e orientar sobre a formação de cooperativas ou associações, permitindo que parte do material reciclável hoje enviado somente para a Coopervaí seja também destinado a eles.
“A ideia com a formação de uma cooperativa ou associação dos recicladores é agregar renda a estes micro empreendedores que trabalham exclusivamente com a compra e venda de materiais recicláveis. Todos os meses são descartados indevidamente no aterro sanitário R$ 372 mil materiais recicláveis, ou seja, tem muito material indo para o aterro que interessa aos recicladores. Além disso, a Coopervaí já nos apresentou em seu Plano de Trabalho que atualmente tem capacidade para separar 6 caminhões de material por dia, quando a média dos últimos meses tem sido de 10 caminhões. O município tem condições de aumentar e muito a coleta seletiva, mas hoje a dificuldade é que falta gente para receber esse material. Por isso nossa proposta é de auxiliar os catadores recicladores para a formação de uma cooperativa ou associação, para que possamos otimizar o trabalho de separação, contribuir com a geração de renda, com a preservação ambiental e ainda com a captação de recursos de vários âmbitos para este serviço”, explica o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
Na avaliação do diretor de Gestão Ambiental da Semam, Edson Hedler, “o sistema cooperativista é a melhor estratégia para os recicladores. Até para vender os produtos recicláveis, trabalhando como cooperativa é possível conseguir preços melhores”.
Experiente no processo de formação de cooperativas e associações, o contador Dirceu Machado passou algumas orientações aos recicladores. “Para pleitear recursos junto às esferas governamentais, empresas e associações brasileiras, é preciso primeiramente ter um CNPJ de associação ou cooperativa, um projeto de utilidade pública. Só de possuir essa nova característica de empresa cooperativista ou associativista, as portas de recursos para maquinários e outros investimentos já se abrem com mais facilidade. Além disso, a Lei de Responsabilidade e outras questões legais não permitem que o município beneficie uma empresa individualmente, mas uma cooperativa já é mais fácil”, esclareceu.
Os recicladores que participaram da reunião mostraram interesse em se organizar em sistema de cooperativa e argumentaram que, individualmente, não têm condições hoje de receber o material excedente que está sendo destinado à Coopervaí. “Nos falta espaço. Cada um de nós, sozinho, é pequeno para este tipo de trabalho. Mas se nos organizarmos, nos unirmos, nos vermos como parceiros uns dos outros e não como concorrentes, todo mundo tem a ganhar”, concordaram os recicladores.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A VASSOURA FEITA COM GARRAFAS PET CHAMA A ATENÇÃO NA EXPO AMBIENTAL

Os recipientes plásticos são cortados em tiras e cada uma delas se transforma em cerda para o utensílio doméstico. De acordo com a assistente social Lynda Rodrigues, do Grupo Gotas de Esperança, a vassoura pode durar até cinco anos

Garrafas PET são cortadas em tiras e cada uma se transforma em cerda para vassouras
Foto: Fabiano Fracarolli

Começou ontem a segunda edição da Expo Ambiental e Educar. O evento reúne instituições assistenciais, escolas municipais e estaduais, órgãos públicos, empresas e entidades de Paranavaí e tem como principal objetivo apresentar a toda a comunidade orientações sobre a necessidade de preservar o meio ambiente.
A vassoura feita com garrafas PET chama a atenção. Os recipientes plásticos são cortados em tiras e cada uma delas se transforma em cerda para o utensílio doméstico. De acordo com a assistente social Lynda Rodrigues, do Grupo Gotas de Esperança (Goes), a vassoura pode durar até cinco anos.
Ela explicou que o trabalho é realizado por pessoas assistidas pelo Goes e tem resultados positivos na geração de renda das famílias e na preservação ambiental. Só em 2013, por exemplo, foram utilizadas 29 mil garrafas PET para a produção das vassouras. E o que sobra do material vai para a cooperativa de reciclagem de lixo ou para outras instituições da cidade.
A feira está sendo realizada no Centro de Eventos Armando Trindade Fonseca. As atividades continuam hoje e amanhã, sempre das 8 às 20 horas, com entrada gratuita. Na programação, palestras e cursos voltados para profissionais da área ambiental, além dos estandes com exposições de trabalhos e projetos desenvolvidos na cidade.
Um deles é o Ler para Crescer, desenvolvido pelo Diário do Noroeste, que incentiva os alunos da rede municipal de ensino a lerem jornal. Com isso, eles desenvolvem avaliações críticas sobre os acontecimentos de Paranavaí e região.
Também é possível conhecer o planetário do Sesc, com informações sobre o sistema solar e as estrelas. Há, ainda, artesanato em madeira, bordados e trabalhos com material reciclável.
CURSO
 - O organizador da Expo Ambiental e Educar, Juan Carlos Saavedra, informou que profissionais da área ambiental terão a oportunidade de participar do curso sobre licenciamento ambiental. Hoje, às 14 horas. Amanhã, às 8 horas.

http://www.diariodonoroeste.com.br/noticia/cidades/local/53754-a-vassoura-feita-com-garrafas-pet-chama-a-atencao-na-expo-ambiental-#.UpcmfcSkomE

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

GESTÃO DO MEIO AMBIENTE EM PARANAVAÍ É REFERÊNCIA PARA CIDADES DA REGIÃO

Nesta quarta-feira (6) o secretário de Meio Ambiente de Paranavaí, João Marques, recebeu a visita de representantes da administração municipal de Campo Mourão para conhecer o funcionamento do sistema de coleta seletiva, destinação de resíduos e gestão do aterro sanitário. “Paranavaí hoje é referência nesta questão de gestão do aterro. A criação do Consórcio Intermunicipal Caiuá-Ambiental (CICA), a fiscalização dos grandes geradores de resíduos e as campanhas de incentivo e conscientização para separação adequada do lixo, são fatores fundamentais para o avanço dos trabalhos em nossa cidade”, avaliou Marques.
Segundo secretário de Meio Ambiente e Agricultura de Campo Mourão, Jeferson Peliser, “nossa cidade sofre com o mesmo problema que Paranavaí tinha antes da criação do Consórcio. Ficamos de fora de muitas políticas públicas estaduais e federais porque não temos nem mais que 100 mil habitantes, nem menos que 50 mil, que é a faixa populacional que muitos programas atendem. Viemos aqui para saber como a cidade de vocês conseguiu se organizar e resolver a situação”.
Na avaliação da equipe da Semam (Secretaria de Meio Ambiente) de Paranavaí, a criação do CICA foi um marco na organização da região para a destinação correta de resíduos. “Hoje já recebemos resíduos de Mirador, Tamboara e São Carlos do Ivaí no aterro daqui e mais 3 municípios querem aderir ao mesmo sistema, que são São João do Caiuá, Santo Antônio do Caiuá e Alto Paraná. Como Consórcio, conseguimos pleitear benfeitorias que antes não tínhamos acesso, porque agora temos um contingente populacional (somando os municípios da região) que atinge as exigências das esferas estadual e federal”, esclareceu João Marques.
O secretário de Paranavaí apresentou ainda os resultados do estudo gravimétrico feito no aterro sanitário este ano, que aponta uma melhoria considerável na separação do lixo na cidade. “Fizemos um estudo que mostrou que diminuímos em 252 toneladas a quantidade de lixo despejada no aterro, comparando setembro de 2012 com setembro deste ano. Além disso, no nosso cálculo inicial, a primeira célula do aterro sanitário duraria até outubro deste ano para despejarmos resíduos. Com as notificações dos grandes geradores, diminuímos a quantidade de resíduos e aumentamos a capacidade da célula para abril de 2014. E agora, com este trabalho de conscientização para que a população faça a reciclagem correta do lixo, já aumentamos um pouco mais a capacidade da célula: ela vai durar até outubro de 2014. É economia para o município e menos desgaste ambiental”, frisou o secretário.
Membro da Agenda 21 em Campo Mourão e voluntário da Cooperesíduos, Dirceu Wander Brook disse reconhecer a importância do trabalho em rede para a melhoria das questões ambientais. “Conhecemos o secretário João Marques em uma Conferência Ambiental em Foz do Iguaçu e ficamos maravilhados com o que soubemos que está acontecendo aqui em Paranavaí. Nós estamos trabalhando para criar uma rede de cooperativas para fortalecer a venda de recicláveis em bloco, porque acreditamos que este é um nicho gerador de renda ainda pouco explorado. Fizemos questão de vir até aqui e ver de perto como eles estão fazendo este verdadeiro milagre”, ponderou.
As lideranças de Campo Mourão foram conhecer a Coopervaí, que faz toda a separação de materiais reciclados no município, e também o aterro sanitário. A visita a Paranavaí também foi acompanhada pela coordenadora da Agenda 21 de Campo Mourão e presidente da Cooperesíduos, Lídia Mizote; pelo consultor em gestão de resíduos sólidos, Filipe Brumatti; e pelo representante da Tamboré Reciclados, de Guarapuava, César Augusto Balotin. A Tamboré é uma das empresas que atualmente compra material reciclado classificado da Coopervaí.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

COLETA DE LIXO RECICLÁVEL RECEBE REFORÇO COM A CONTRATAÇÃO DE MAIS UMA EQUIPE

Com o aumento no rigor da coleta de lixo comum em Paranavaí no início deste mês, aumentou também o volume de lixo reciclável separado pela população. Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), a quantidade de lixo reciclável recolhida diariamente no município passou de aproximadamente três caminhões em abril, para quase oito caminhões em setembro e perto de dez caminhões nas últimas semanas.
Para dar conta de toda esta quantia, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente solicitou, junto à empresa terceirizada que realizado o serviço, a contratação de mais uma equipe para realizar a coleta e o aumento da capacidade do caminhão baú utilizado para o serviço. Hoje, três equipes estão atuando na coleta do lixo reciclável em Paranavaí e outras quatro trabalham com a coleta de lixo comum.
ADESIVOS – Segundo Edson Hedler, diretor da Sema, o adesivo que vinha sendo utilizado pela empresa para alertar os moradores sobre a separação incorreta do lixo passou por alterações. Um novo adesivo – mais fácil de ser manuseado e com informações sobre os tipos de materiais recicláveis – já foi confeccionado e já está sendo utilizado. Ele lembra que os moradores que não fizeram a separação adequada do lixo deixarão de ter os seus resíduos orgânicos coletados pela empresa responsável.
RECLAMAÇÕES NO 156 – De acordo com Hedler, o aumento na coleta de lixo reciclável trouxe também um maior número de reclamações com relação ao serviço. Segundo o diretor, com a ampliação da equipe esse problema deve ser resolvido em breve. No entanto, o morador que tiver qualquer problema com a coleta de lixo comum ou reciclável pode registrar a sua reclamação ou sugestão na Ouvidoria Municipal (através do telefone 156), que será responsável por encaminhar as solicitações à Secretaria competente.