JOVEM CRIA TÁBUAS FEITAS A PARTIR DE TUBOS DE PASTA DE DENTE NO 'JOVENS INVENTORES'
http://gshow.globo.com/programas/caldeirao-do-huck/O-Programa/noticia/2014/03/jovem-cria-tabuas-feitas-a-partir-de-tubos-de-pasta-de-dente-no-jovens-inventores.html
End. Rua Benedito Brambila esq. Av. Martin Luther King, S/N - Parque Bosque Municipal CEP 87708-420 Fones: 3902.1146 e 3902.1145 E-mail:sema@paranavai.pr.gov.br, semampvai@gmail.com
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quinta-feira, 20 de março de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
ECOPLANTAR – PROJETO DE RECICLAGEM E REUTILIZAÇÃO DE EMBALAGENS DESCARTÁVEIS NA PRODUÇÃO DE MUDAS
O Ecoplantar é uma pequena iniciativa privada que busca atender completamente o conceito sustentabilidade de acordo com suas três esferas, econômica, social e ambiental. O projeto já atua por quatro anos em Campo Grande/MS tirando das ruas toneladas de resíduos sólidos, plásticos, papel, alumínio, embalagens longa vida, vidros e outros.
São reutilizados estes materiais para cultivar palmeiras ornamentais, madeiras, mudas nativas e outras plantas, transformando o lixo em vida. Nenhum vaso, tubo ou saco plástico é comprado para a produção de mudas e não há qualquer lixo após esta, apenas belas árvores e ar fresco em todo o mundo, porque eles são vendidos pela rede e enviados para todos os lugares.
São atendidas mais de 250 casas, empresas e restaurantes, oferecendo logística reversa com apenas um veículo pequeno. O excedente do material recolhido é levado para as empresas de reciclagem, até comprar as máquinas para ampliar a capacidade de coletar e reciclar.
Artistas locais pintam as lixeiras feitas de tubulações de ar condicionado e painéis de fibra de vidro provenientes de aquecedores de piscinas descartados. Tudo para fazer o cuidado com o meio ambiente atraente e divertido para as crianças grandes e pequenas.
Os usuários da rede podem colaborar usando o “Click Pet“, onde patrocinadores fazem uma doação por cada clique no site.
A Ecoplantar quer ajudar mais pessoas criando empregos dignos para catadores, ex-detentos e viciados em recuperação, reinseridos na sociedade através do nosso projeto, que nutre e educa o corpo e o espírito.
A ideologia do projeto está sendo propagada com Campanhas felizes de educação ambiental, a população está sensibilizada e cada dia mais pessoas querem colaborar, mudar velhos hábitos e trabalhar junto. A rede de cuidado ambiental cresce com poucos recursos e muito amor.
HAMBURGO, NA ALEMANHA, QUER TIRAR CARROS DAS RUAS EM 20 ANOS
A prefeitura de Hamburgo começou 2014 decidida a acabar com a dependência de carros
para se locomover pela cidade, que é considerada a segunda maior da
Alemanha. A promessa veio junto com o lançamento oficial do plano Grünes Netz (Rede Verde, em português).
O que ele propõe para se livrar dos automóveis? Nada muito
mirabolante, acredite! A ideia do governo hamburguês é, na verdade, bem
simples: ampliar as áreas verdes do município – desde parques e jardins comunitários até cemitérios – e, simultaneamente, construir ciclovias e passeios para pedestres que interliguem todos esses locais.
Assim, quando for concluído, em no máximo 20 anos, o plano Grünes Netz
garantirá que os moradores da cidade não precisem tirar o carro da
garagem para se locomover. Apenas se, realmente, fizerem questão – e,
para o governo, os alemães são apaixonados demais por magrelas para
desperdiçar a oportunidade de pedalar de um destino a outro, caso
realmente tenham essa possibilidade.
Ainda que o plano de extinguir os carros das ruas não seja 100%
bem-sucedido, a cidade de Hamburgo só tem a ganhar com o plano Grünes
Netz. Afinal, áreas verdes e ciclovias nunca são demais nas áreas
urbanas. Bem que o governo brasileiro poderia ter começado o ano assim, animado, como os alemães, não?
Foto: Prefeitura de Hamburgo/LGV
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
FIQUE SABENDO!!!
Brasil perde posições em ranking das empresas mais sustentáveis do mundo
Natura lidera na categoria bens de consumo
Foto: Divulgação
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O Brasil perdeu posições no ranking Global 100 Most Sustainable Corporations in the World, que classifica as empresas mais sustentáveis do mundo. Enquanto em 2013 o país tinha cinco companhias listadas no levantamento, conforme noticiamos aqui no EcoD, a edição de 2014 traz apenas duas organizações brasileiras: Natura e BRF, 23º e 95º lugares, respectivamente.
Contudo, o Brasil lidera entre os países em desenvolvimento, uma vez que a China segunda colocada, conta com apenas uma companhia no ranking. Outra boa notícia é que a Natura ficou em primeiro lugar na categoria empresas de bens de consumo. Quem lidera o ranking geral em 2014 é o Westpac Banking Corporation, da Austrália.
Elaborado pela empresa canadense Corporate Knights, o ranking classifica as companhias com base no desempenho em um conjunto de 12 indicadores. As receitas da organização divididas pelo uso de energia e a remuneração total de diretor-executivo em comparação com o salário médio dos demais trabalhadores são dois dos quesitos medidos pelos especialistas.
Outro componente usado para escolha do ranking é a rotatividade de uma empresa. Uma alta taxa de rotatividade de empregados em relação às normas da indústria pode sinalizar uma estratégia de capital humano inadequada, o que pode reduzir a rentabilidade das companhias e fazê-las perder pontos na lista.
A Natura explicou que a estratégia de sustentabilidade da empresa nasce do processo de relacionamento e engajamento com diferentes públicos
Para Doug Morrow, um dos responsáveis pela pesquisa, o Global 100 incentiva a divulgação e transparência. Segundo ele, as empresas que medem o seu desempenho de sustentabilidade, mas param de divulgar publicamente, estarão em desvantagem. "Somente os dados divulgados publicamente - em relatórios anuais, relatórios de sustentabilidade corporativa ou através de outros canais - podem ser usados na Global 100", explica o executivo.
Empresas brasileiras
A Natura explicou que a estratégia de sustentabilidade da empresa nasce do processo de relacionamento e engajamento com diferentes públicos, o que contribui na identificação dos temas socioambientais mais relevantes frente às escolhas para o negócio com o desafio de tornar a sustentabilidade um dos principais vetores de inovação e geração de novos negócios da companhia por meio de soluções que criem valor compartilhado para toda a nossa rede de relações.
A empresa é a primeira a utilizar carros elétricos para transporte de cargas no Brasil. Veículos elétricos como carros para carga, triciclos e bicicletas atuam nas entregas dos produtos às consultoras. Até o fim de 2013, entraram em operação nove veículos verdes distribuídos em diferentes cidades como São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. Esse número deve aumentar em 2014, segundo Ricardo Faucon, diretor de serviço ao cliente da Natura.
Em 23º lugar, Natura é a empresa brasileira melhor colocada no ranking
Imagem: Reprodução
O projeto possui dois objetivos definidos, explica a empresa: a eficiência operacional, que visa aumentar o número de entregas por dia com a mesma frota, e a redução da emissão de CO2, meta atrelada ao objetivo macro da Natura de reduzir em até 33% as emissões relativas de Gases de Efeito Estufa (GEE) - atualmente o setor de transporte de produtos corresponde a 15% das emissões totais da companhia.
BRF
A BRF foi criada em 2009 a partir da associação entre Perdigão e Sadia. A companhia atua nos segmentos de carnes (aves, suínos e bovinos), alimentos industrializados (margarinas e massas) e lácteos, com marcas como Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê e Qualy.
Além da presença na lista das 100 mais sustentáveis, a BRF faz parte do Índice de Sustentabilidade (ISE) da BM&FBovespa e no Emerging Markets do Dow Jones Sustainability Index. A empresa destaca que o reconhecimento do trabalho feito na área de aprimoramento da gestão de sustentabilidade como um dos melhores do mundo gera muita satisfação.
Para alcançar esse reconhecimento, a BRF afirma que tem investido em ações de "excelência energética, gestão de resíduos, gestão hídrica, redução de gases efeito estufa (GEE) e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas, com metas de reúso de água acima de 20%, implantação de uma cultura voltada à saúde e segurança dos colaboradores, capacidade de inovação e governança corporativa". Mas as ações estratégicas na área não param por aí.
Desde 2011, a companhia realiza um inventário de emissão de gases efeito estufa e estruturou a avaliação do indicador de desempenho das atividades, definindo compromissos e metas de redução. Houve ainda ampliação do Programa de Mudanças Climáticas, que passou a mensurar as emissões da cadeia de valor da BRF, como logística e viagens a negócio. A meta da BRF é reduzir em 10% a intensidade das emissões diretas até 2015, tendo como base o inventário de 2011.
UMA BOA INICIATIVA!
Muçulmanos devem plantar árvores para casar na Indonésia
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/blog-da-redacao/muculmanos-devem-plantar-arvores-para-casar-na-indonesia/
A mais nova lei ambiental da Indonésia muçulmana afeta os noivos do país: a partir de março deste ano, para ter autorização da Igreja para casar, os pombinhos deverão plantar duas mudas de árvore de alguma espécie nativa.A medida foi anunciada pelo Escritório de Assuntos Religiosos – onde se registram os muçulmanos que vivem no país e querem casar oficialmente – e, por enquanto, valerá na cidade de Medan e em distritos da ilha de Sulawesi, onde a concentração de adeptos à religião é grande.Quando for registrar a união no Escritório, o casal receberá as duas mudas, que devem ser plantadas na casa onde os pombinhos morarão. Após o plantio, a licença para o casamento é concedida e, então, os noivos estão autorizados a realizar a cerimônia.A estimativa é de que a medida renda duas mil novas árvores, todos os meses, para as cidades participantes da iniciativa, ajudando o país – que, atualmente, está entre as dez nações que mais contribuem para o aquecimento global, segundo levantamento do BNDES – a controlar suas emissões de CO2. Você aprova a ideia?Foto: Creative Commons
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/blog-da-redacao/muculmanos-devem-plantar-arvores-para-casar-na-indonesia/
UMA ÓTIMA PUNIÇÃO!
BATEU, PAGOU
Motorista que atingir árvores de BH terá de indenizar prefeitura
Apenas no ano passado, 116 árvores foram suprimidas da paisagem da cidade em decorrência de acidentes de trânsito. E a prefeitura não quer mais pagar a conta desse ataque ao meio ambiente. Agora, cada espécime derrubado ou danificado em uma colisão terá de ser indenizado pelo motorista responsável.
A punição foi instituída no início do mês de fevereiro, depois da assinatura de um convênio entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a Polícia Civil e a BHTrans. O valor da penalidade varia entre R$ 600 e R$ 4.500.
É uma boa notícia. Estima-se que, em 2013, a prefeitura tenha gasto cerca de R$ 60.000 para repor árvores abalroadas.
"Vamos replantar mudas já desenvolvidas, com uma média de 2,5 metros de altura, para que o ecossistema não fique tão prejudicado", diz o vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente, Délio Malheiros.
Segundo ele, a decisão foi inspirada em uma política já adotada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que cobra até R$ 1.640 pela troca de um poste atingido em um acidente de trânsito. No caso das árvores, o cálculo leva em consideração as despesas que a prefeitura terá para o replantio.
A indenização mínima, que corresponde ao custo de duas mudas, vale para espécimes de até 3 metros de altura. Já o valor máximo, que equivale ao preço de quinze mudas, será cobrado quando houver danos a exemplares com mais de 9 metros de altura e com proteção legal - como os ipês e as braúnas.
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/motorista-atingir-arvores-pagar-indenizacao-prefeitura-bh-773319.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_psustentavel
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/motorista-atingir-arvores-pagar-indenizacao-prefeitura-bh-773319.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_psustentavel
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
6 PLANTAS QUE MELHORAM A QUALIDADE DO AR EM RESIDÊNCIAS
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| Cultivar plantas em casa é um grande benefício para seus moradores. |
Quem mora nas grandes cidades sofre muito com a poluição urbana. O ar poluído pode afetar até mesmo os que passam mais tempo em casa do que nas ruas. Isso acontece porque o ar que circula nos ambientes internos também pode ser prejudicial à saúde humana.
Neste sentido, não só como item de decoração, cultivar plantas em casa é um grande benefício para seus moradores. Algumas plantas, em especial, podem desempenhar seu papel de forma mais eficaz. Conheça seis delas que melhoram a qualidade do ar.
Azaléia
Eficiente para combater poluentes como COVs (Compostos orgânicos voláteis) e amoníacos (um composto presente em diversos produtos de limpeza). Essa planta é indicada para cozinhas e banheiros. Precisa de rega apenas uma vez por semana e de cinco horas de sol diariamente.
Bromélia
Ajuda na absorção de fumaça, por isso é indicada para cozinha. Para manter essa planta, basta fazer uma rega a cada três dias. Ao contrário da Azaléia que precisa de muito sol, a Bromélia necessita apenas de luz solar indireta.
Cacto
Muito útil para barrar as ondas eletromagnéticas. É indicado ter um cacto na sala próximo ao aparelho de TV ou na cozinha, junto ao micro-ondas. Para os supersticiosos, a planta ajuda a tirar o mau olhado nos ambientes.
Gérbera, begônia e crisântemo
São indicadas para as residências onde há fumantes. As três podem atuar com eficiência contra a fumaça de cigarro. A Gérbera gosta de luz, já a Begônia tem que ser protegida da luz solar direta, assim como a Crisântemo que, apesar de precisar de muita luz, não suporta sol direto. Elas devem ser expostas nas salas e quartos.
TERESINA IMPLANTA LEI QUE MULTA QUEM JOGA LIXO NO CHÃO
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| Quem for flagrado jogando lixo nas ruas terá de pagar R$ 100, |
Parece que a lei que pune moradores mal-educados veio para ficar. Depois da cidade do Rio de Janeiro e de um município na região metropolitana do Rio Grande do Sul, é vez de uma cidade do nordeste aderir às multas.
A medida entrou em vigor na última quarta-feira (5), na capital do Piauí. Entretanto, o primeiro dia foi usado para orientar e, verbalmente, advertir a população. Neste segundo dia, as multas já passam a ser aplicadas.
O projeto Lixo Zero é da vereadora Rosário Bezerra. Segundo ela, a prefeitura cuidará do sistema de fiscalização, instalação de lixeiras e contratação de fiscais do lixo.
Segundo o G1, diferente do Rio de Janeiro e Porto Alegre, o valor da multa não varia. Quem for flagrado jogando lixo nas ruas terá de pagar R$ 100 e, se repetir o ato, pagará o dobro.
Redação CicloVivo
PREFEITO DE NOVA YORK QUER ELIMINAR USO DE COPOS, BANDEJAS E CAIXAS DE ISOPOR
A cidade de Nova York tem passado por algumas transformações no que diz respeito à qualidade de vida da população. Depois de ser proibido o cigarro em espaços públicos, a venda de refrigerantes em copos gigantes e ser feito um controle no comércio de alimentos com gordura trans, o prefeito Michael Bloomberg agora quer eliminar o uso do isopor na indústria alimentícia.
O material deve ser proibido, especificamente, na manufatura de copos, bandejas e caixas, de acordo com o um discurso proferido por Bloomberg, na última semana. “O isopor não é biodegradável e é virtualmente impossível de reciclar. Nós podemos viver sem ele”, afirmou o prefeito.
A ideia é instruir escolas públicas a remover embalagens de isopor de suas lanchonetes e obrigar bares e restaurantes a mudarem seus estoques por produtos biodegradáveis.
O projeto será escrito e precisa da aprovação do conselho da cidade. Logicamente, a indústria de produtos químicos do país de antemão já critica o plano sob o argumento que a tecnologia para reciclar isopor existe e é viável. Porém, a prefeitura de Nova York estima que o isopor encarece o processo de reciclagem em cerca de US$ 20 por tonelada.
Esse é o último ano de mandato de Bloomberg. Além da proibição de embalagens de isopor, ele tem como proposta melhorar a reciclagem na cidade e pretende instalar um programa piloto de compostagem em Staten Island.
Los Angeles, Portland, San Francisco e Seattle são exemplos de cidades norte-americanas que proibiram embalagens de isopor. No Brasil, um projeto de lei, do deputado Carlos Nader (PL-RJ), sugeriu que fosse proibida a comercialização de produtos prontos para consumo acondicionados em embalagens de isopor.
A PL 7382/2006 foi rejeitada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e, desde então, está arquivada na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Com informações daRevista Época.
Redação CicloVivo
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
EDUCAÇÃO AMBIENTAL SERÁ INCLUÍDA NO CURRÍCULO DAS ESCOLAS DO PARANÁ EM 2014
A educação ambiental será incorporada aos conteúdos curriculares e na gestão escolar das redes pública e particular de ensino já em 2014. O Conselho Estadual de Educação aprovou a regulamentação da Lei 17.505/2013, sancionada pelo governador Beto Richa, em janeiro. Essa era a última etapa para a implementação da Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema Estadual de Educação Ambiental no Paraná.
O tema meio ambiente no ensino formal fará parte dos currículos da educação básica ao ensino superior, incluindo educação infantil, especial, profissional, de jovens e adultos e a de comunidades tradicionais. Não será necessário criar uma disciplina específica para a educação ambiental, mas o tema deve integrar o projeto pedagógico.
De acordo com o presidente do Conselho Estadual de Educação, Oscar Alves, a deliberação será encaminhada para a Secretaria Estadual da Educação e Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para que possa ser publicada em forma de resolução no Diário Oficial.
“As normas aprovadas deverão ser incluídas nos projetos políticos-pedagógicos, planos de curso da educação básica e profissional e planos de desenvolvimento institucional, bem como projetos pedagógicos de cursos da educação superior”, explica Alves.
DEBATE – O assunto é discutida há cerca de dois anos. A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e o Ministério Público Estadual realizaram quatro seminários regionais para debater a lei e a abordagem do tema nas escolas, com chefes de núcleos de educação, técnicos da área ambiental, professores e sociedade civil. “O Paraná será um dos estados com a legislação mais eficiente, no que se refere à inclusão da educação ambiental nas escolas e universidades”, completou Alves.
Para o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, a medida representa avanço sem precedentes na formação das crianças e jovens. “A educação ambiental é a chave para o desenvolvimento sustentável que a sociedade busca”, afirmou Cheida.
Outra novidade na lei do Paraná é usar como unidade de atuação a bacia hidrográfica em que a instituição escolar está inserida. “Fazer com que as pessoas se identifiquem com a bacia hidrográfica onde estão vivem é a forma mais evoluída de fazê-las compreender como a natureza funciona”, completou o secretário do Meio Ambiente.
GESTÃO - A Lei de Educação Ambiental prevê a criação de órgão gestor que coordenará a Política Estadual e Educação Ambiental e o Sistema Estadual de Educação Ambiental no Paraná.
A conselheira e relatora da deliberação no Conselho Estadual de Educação, professora Maria Arlete Rosa, conta que este órgão estabelecerá a ação conjunta das áreas da educação ambiental das secretarias de Educação, do Meio Ambiente, da Saúde, da Agricultura e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. “Também será criada uma comissão interinstitucional de educação ambiental para acompanhar o processo e garantir a participação da sociedade civil na implantação destes instrumentos de política pública em todo Paraná”, ressalta Maria Arlete.
De acordo com o coordenador de educação ambiental da Secretaria do Meio Ambiente, Paulo Roberto Castella, a Política Estadual de Educação Ambiental do Paraná foi criada em conformidade com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), sancionada em 1999, e com o Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA). Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
BRASIL QUER GERAR ENERGIA COM ONDA DO MAR
País busca primazia em desenvolvimento de nova tecnologia com protótipo montado diante da praia de Ipanema
Projeto na Ilha Rasa poderá alimentar 200 casas; objetivo é abastecer as plataformas do pré-sal
Os quase 8.000 quilômetros da costa brasileira são um convite para o país assumir um importante papel na geração de energia elétrica a partir de ondas do mar, o que deverá ocorrer na próxima década se estudos iniciados agora derem o resultado esperado.
Uma parceria entre Furnas, estatal responsável por 10% da geração de energia elétrica do Brasil, Coppe/UFRJ (instituto de pós-graduação e pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e a Seahorse Wave Energy, empresa nascida na incubadora da Coppe, está dando o passo inicial nessa direção.
Com o início das operações do primeiro protótipo do equipamento previsto para 2015 na Ilha Rasa, em frente à praia de Ipanema, a tecnologia 100% brasileira é o início de um ambicioso projeto de Furnas para atender as plataformas de petróleo.
O objetivo maior está nas plataformas instaladas nas áreas do pré-sal, onde serão montadas nos próximos anos verdadeiras cidades flutuantes que precisarão de muita energia, prevê o diretor de tecnologia e inovação do Coppe/UFRJ, Segen Estefen.
"Em sete ou dez anos começarão a surgir iniciativas comerciais no mar para gerar eletricidade a partir das fontes oceânicas. O Brasil tem que estar preparado para não virar de novo uma colônia tecnológica", afirma, referindo-se à necessidade de importar tecnologia na geração das energias eólica e solar.
O acadêmico lembra que, por causa do aquecimento global, o mundo entrou na corrida pela energia de ondas. A Escócia anunciou em maio deste ano a construção da maior usina de ondas do mundo, de 40 megawatts, suficiente para abastecer uma cidade com 30 mil casas.
Ele considera que o Brasil está no mesmo patamar tecnológico de EUA, Reino Unido e Coreia do Sul, o que evitará importar tecnologia.
Estefen prevê que a energia de ondas, com a eólica e a solar, substitua nas próximas décadas o mesmo petróleo que ajudará a produzir.
SERINGA
O primeiro equipamento a ser instalado lembra uma seringa com 4,5 m de diâmetro e movimento vertical de seis em seis segundos, no ritmo das ondas, dentro de uma coluna de concreto cravada no fundo do oceano. A tecnologia é própria para perto da costa ("nearshore").
Atualmente, o Brasil tem apenas uma estação experimental de energia de ondas, no porto de Suape (PE), mas do tipo onshore (em terra). Para o pré-sal, as estruturas deverão ser maiores e flutuar.
Furnas investe R$ 8,2 milhões no projeto da Ilha Rasa, dentro da política de energias alternativas. A eólica hoje perfaz 437 MW dos 12.000 MM gerados pela estatal.
A energia solar também está no radar e, agora, entrou a energia de ondas, diz Renato Norbert, gerente de pesquisa desenvolvimento e inovação.
A geração inicial será de cem quilowatts, suficiente para 200 residências.
O protótipo será operado pela Marinha, que substituirá com ele a geração de energia a diesel da Ilha Rasa usada para iluminar o farol e poucas casas.
O projeto é aplaudido por ambientalistas: "Nas eólicas, falavam que os passarinhos iam morrer, mas não tem isso. O Brasil não pode ficar fora dessa nova fronteira", afirma o secretário do Ambiente do Rio, Carlos Minc.
O oceanógrafo David Zee apoia o plano não só pela redução da emissão de gás carbônico mas pela perspectiva de valorização comercial do mar. "O mar não é só peixe, é transporte, energia e outros benefícios que a sociedade não consegue perceber."
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