Mais de 600 alunos dos 4ºs e 5ºs anos das escolas de período integral da rede municipal participaram, nesta quarta-feira (15), das apresentações interativas da peça teatral “Por um futuro sustentável”, apresentada pela empresa Ciência Divertida. Durante uma hora, os alunos aprenderam sobre a importância da preservação dos recursos naturais e de cuidar do planeta através de uma apresentação dinâmica, alegre e participativa no Teatro Municipal.
“A apresentação da peça é a primeira etapa de um projeto de ciências nas escolas do município que assumimos em parceria com a Duke Energy, que patrocina todo esse trabalho. Na próxima semana vamos realizar a soltura de mil alevinos no rio Paranapanema com os alunos dos 5ºs anos da escola Elza Caselli. E na última semana de abril vamos ter uma palestra para os professores de ciências sobre o uso consciente da água, além da entrega de um microscópio para cada escola. A Secretaria de Educação investiu cerca de R$ 20 mil nesses equipamentos, que vão para as 18 escolas do município, melhorando ainda mais a qualidade do ensino nas salas de aula”, explicou a supervisora de Matemática e Ciências da Seduc, Maria Nilzete.
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End. Rua Benedito Brambila esq. Av. Martin Luther King, S/N - Parque Bosque Municipal CEP 87708-420 Fones: 3902.1146 e 3902.1145 E-mail:sema@paranavai.pr.gov.br, semampvai@gmail.com
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quarta-feira, 15 de abril de 2015
MAIS DE 600 ALUNOS DA REDE MUNICIPAL ASSISTIRAM À PEÇA " POR UM FUTURO SUSTENTÁVEL" DO CIÊNCIA DIVERTIDA
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
10 CIDADES NO MUNDO COM PROJETOS "VERDES" INSPIRADORES
A busca pela qualidade de vida nas grandes cidades passa, essencialmente, pela criação de espaços urbanos mais sustentáveis. Dessa cruzada, saem exemplos inspiradores, que trazem soluções diferenciadas para problemas tão comuns às metrópoles
Vanessa Barbosa
Exame.com - 09/01/2015
PORTLAND, EUA Exemplo em: COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS
City Climate Leadership
Ao longo dos últimos 30 anos, Portland, nos Estados Unidos, passou de 200.000 habitantes para 600.000 e anexou áreas adjacentes que não tinham a mesma infraestrutura das regiões centrais. Paralelamente, grande parte da cidade se desenvolveu de forma desconexa, exigindo muitas viagens de carro. Como resultado, o setor de transporte chegou a responder por 40% das emissões de carbono da cidade. Disposta a mudar esse perfil, Portland lançou a estratégia Cidade Saudável Conectada, que visa garantir "bairros completos" a pelo menos 80% da população até 2035. Ou seja, a prefeitura está trabalhando para aumentar a disponibilidade de serviços, comércio e infraestrutura adequada que reduza distâncias e facilite amobilidade na cidade.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
MORADORA DO RIO DE JANEIRO CONQUISTA SELO POR IMPLANTAR ENERGIA SOLAR EM CASA
"Minha casa até virou referência em sustentabilidade aqui no condomínio", comemora Isabelle
Foto: Arquivo Pessoal
A moradora de uma casa no Bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, é a terceira da capital fluminense a receber o Selo Solar
por conta da instalação de um sistema fotovoltaico. A certificação do
Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América
Latina (Ideal) é um reconhecimento para proprietários de residências e
empresas do país que adotam a eletricidade proveniente do sol.
O
Selo foi conferido para a arquiteta Isabelle de Loys, que fez da
própria casa um bom exemplo para os cursos e consultorias que realiza.
Com o sistema de 2kW de potência (que opera desde junho de 2013),
praticamente toda a energia consumida na casa vem da fonte fotovoltaica.
“Minha casa até virou referência em sustentabilidade aqui no condomínio e ainda valorizou uns 20%”, contou Isabelle à revista Isto É. A economia mensal chega perto dos 50%, isso apesar de sua residência abrigar uma sauna e um escritório.
A
instalação mereceu o primeiro Selo Solar de 2014, terceiro do Rio de
Janeiro. Já foram certificados, no ano passado, uma casa em Santa Teresa
e uma em São Conrado. A lista coloca o Rio de Janeiro em segundo lugar
na quantidade de selos no país, junto com a Bahia. A liderança está com
Mato Grosso do Sul, que recebeu sete certificações em 2013.
O selo
O
Selo Solar foi criado em 2012, como um reconhecimento para instituições
públicas e privadas, além de proprietários de edificações que consomem
um valor mínimo anual de eletricidade solar ou que têm pelo menos 50% do
seu consumo de eletricidade vinda do sol.
A certificação é uma iniciativa do Instituto Ideal
e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com o apoio
da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da
Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do
Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW).
Como instalar?
Aqui
no Brasil a energia solar ainda é menos competitiva do que a eólica
(oriunda dos ventos), por exemplo, devido a fatores como a falta de
incentivos governamentais consistentes e ausência de fabricantes dos
painéis fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade.
Como funciona hoje:
1)
O consumidor investe entre R$ 15 mil e R$ 20 mil para adquirir os
painéis fotovoltaicos (comprados junto a empresas especializadas);
2) Ele solicita um medidor digital da concessionária local (de seu estado) para produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Tais medidores custam entre R$ 200 e R$ 300;
3) Uma vez instalado o medidor, a geração de energia passa a ser absorvida pela rede elétrica, em um sistema de compensação. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada a fonte convencional (hidrelétrica). O excedente, que foi economizado, vira crédito para os meses seguintes;
4) Hoje, todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados.
5) O retorno do investimento depende da incidência da insolação para atender ao domicílio e pode vir após três a oito anos.
2) Ele solicita um medidor digital da concessionária local (de seu estado) para produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Tais medidores custam entre R$ 200 e R$ 300;
3) Uma vez instalado o medidor, a geração de energia passa a ser absorvida pela rede elétrica, em um sistema de compensação. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada a fonte convencional (hidrelétrica). O excedente, que foi economizado, vira crédito para os meses seguintes;
4) Hoje, todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados.
5) O retorno do investimento depende da incidência da insolação para atender ao domicílio e pode vir após três a oito anos.
MERCADO SUSTENTÁVEL ESTIMULA A CRIAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS E SERVIÇOS
Empresa produz sanitários e duchas que economizam até 70% de água.
Com R$ 200 mil, empresário criou negócio que atende norma da Anvisa
O Brasil é o quarto país no ranking mundial de construção de edifícios verdes. Já temos mais de 50 prédios certificados e mais de 500 em processo de certificação. E pequenas empresas investem na criação de produtos e serviços para este mercado em crescimento.
O empresário Leonardo Lopes sempre teve um ideal de vida: economizar água. Depois de dez anos de pesquisa, ele lançou a caixa acoplada econômica, que promete revolucionar o mercado.
“O vaso tradicional, caixa acoplada, usa seis litros por acionamento. E o vaso desenvolvido por nós usa apenas dois litros de água por acionamento, (...) 1/3 de água”, explica o empresário.
O sistema exige menos água porque é basculante, com tubulação reta. Foram R$ 3 milhões para desenvolver o produto – dinheiro usado em dezenas de projetos, moldes e testes.
A caixa acoplada econômica é feita de plástico ABS reciclado, altamente resistente. Pesa menos de 7 quilos, ou 1/5 de um vaso de louça, o que facilita a instalação.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
FIQUE SABENDO!!!
Brasil perde posições em ranking das empresas mais sustentáveis do mundo
Natura lidera na categoria bens de consumo
Foto: Divulgação
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O Brasil perdeu posições no ranking Global 100 Most Sustainable Corporations in the World, que classifica as empresas mais sustentáveis do mundo. Enquanto em 2013 o país tinha cinco companhias listadas no levantamento, conforme noticiamos aqui no EcoD, a edição de 2014 traz apenas duas organizações brasileiras: Natura e BRF, 23º e 95º lugares, respectivamente.
Contudo, o Brasil lidera entre os países em desenvolvimento, uma vez que a China segunda colocada, conta com apenas uma companhia no ranking. Outra boa notícia é que a Natura ficou em primeiro lugar na categoria empresas de bens de consumo. Quem lidera o ranking geral em 2014 é o Westpac Banking Corporation, da Austrália.
Elaborado pela empresa canadense Corporate Knights, o ranking classifica as companhias com base no desempenho em um conjunto de 12 indicadores. As receitas da organização divididas pelo uso de energia e a remuneração total de diretor-executivo em comparação com o salário médio dos demais trabalhadores são dois dos quesitos medidos pelos especialistas.
Outro componente usado para escolha do ranking é a rotatividade de uma empresa. Uma alta taxa de rotatividade de empregados em relação às normas da indústria pode sinalizar uma estratégia de capital humano inadequada, o que pode reduzir a rentabilidade das companhias e fazê-las perder pontos na lista.
A Natura explicou que a estratégia de sustentabilidade da empresa nasce do processo de relacionamento e engajamento com diferentes públicos
Para Doug Morrow, um dos responsáveis pela pesquisa, o Global 100 incentiva a divulgação e transparência. Segundo ele, as empresas que medem o seu desempenho de sustentabilidade, mas param de divulgar publicamente, estarão em desvantagem. "Somente os dados divulgados publicamente - em relatórios anuais, relatórios de sustentabilidade corporativa ou através de outros canais - podem ser usados na Global 100", explica o executivo.
Empresas brasileiras
A Natura explicou que a estratégia de sustentabilidade da empresa nasce do processo de relacionamento e engajamento com diferentes públicos, o que contribui na identificação dos temas socioambientais mais relevantes frente às escolhas para o negócio com o desafio de tornar a sustentabilidade um dos principais vetores de inovação e geração de novos negócios da companhia por meio de soluções que criem valor compartilhado para toda a nossa rede de relações.
A empresa é a primeira a utilizar carros elétricos para transporte de cargas no Brasil. Veículos elétricos como carros para carga, triciclos e bicicletas atuam nas entregas dos produtos às consultoras. Até o fim de 2013, entraram em operação nove veículos verdes distribuídos em diferentes cidades como São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. Esse número deve aumentar em 2014, segundo Ricardo Faucon, diretor de serviço ao cliente da Natura.
Em 23º lugar, Natura é a empresa brasileira melhor colocada no ranking
Imagem: Reprodução
O projeto possui dois objetivos definidos, explica a empresa: a eficiência operacional, que visa aumentar o número de entregas por dia com a mesma frota, e a redução da emissão de CO2, meta atrelada ao objetivo macro da Natura de reduzir em até 33% as emissões relativas de Gases de Efeito Estufa (GEE) - atualmente o setor de transporte de produtos corresponde a 15% das emissões totais da companhia.
BRF
A BRF foi criada em 2009 a partir da associação entre Perdigão e Sadia. A companhia atua nos segmentos de carnes (aves, suínos e bovinos), alimentos industrializados (margarinas e massas) e lácteos, com marcas como Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê e Qualy.
Além da presença na lista das 100 mais sustentáveis, a BRF faz parte do Índice de Sustentabilidade (ISE) da BM&FBovespa e no Emerging Markets do Dow Jones Sustainability Index. A empresa destaca que o reconhecimento do trabalho feito na área de aprimoramento da gestão de sustentabilidade como um dos melhores do mundo gera muita satisfação.
Para alcançar esse reconhecimento, a BRF afirma que tem investido em ações de "excelência energética, gestão de resíduos, gestão hídrica, redução de gases efeito estufa (GEE) e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas, com metas de reúso de água acima de 20%, implantação de uma cultura voltada à saúde e segurança dos colaboradores, capacidade de inovação e governança corporativa". Mas as ações estratégicas na área não param por aí.
Desde 2011, a companhia realiza um inventário de emissão de gases efeito estufa e estruturou a avaliação do indicador de desempenho das atividades, definindo compromissos e metas de redução. Houve ainda ampliação do Programa de Mudanças Climáticas, que passou a mensurar as emissões da cadeia de valor da BRF, como logística e viagens a negócio. A meta da BRF é reduzir em 10% a intensidade das emissões diretas até 2015, tendo como base o inventário de 2011.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
PROJETO PREVÊ ISENÇÕES DE TRIBUTOS PARA EMPRESAS QUE GERAM PRODUTOS SUSTENTÁVEIS
Um dos setores beneficiados será o sucroalcooleiro, são cerca de 500 unidades instaladas no Brasil, produzindo 30 milhões de metros cúbicos de etanol, gerados por ano 25 milhões de toneladas de CO2, que pode ser utilizado na produção de outros produtos
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| Ministra Gleisi Hoffmann, deputado André Vargas e prefeito Beto Vizzotto no momento da entrega do Projeto de Lei |
Durante jantar com lideranças políticas em Brasília, o deputado federal André Vargas - que também ocupa a vice-presidência da Câmara Federal - juntamente com o prefeito de Paraíso do Norte, Beto Vizzotto, entregaram à ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann, o Projeto de Lei nº 6.365 que cria o “Produto Sustentável”, que regulamenta o inciso 6º da Lei 12.187/2009 que rege a Política Nacional sobre Mudanças Climáticas.
“Com essa regulamentação as indústrias que empregam mecanismos de combate à emissão de gases na atmosfera poderão obter isenções tributárias, gerando mais empregos e riquezas para o país”, destacou Beto Vizzotto.
O Projeto de Lei apresentado pelo parlamentar institui o título de “Produto Sustentável”, que será concedido a produtos industriais, que no seu processo de produção deem um destino adequado aos gases gerados na sua fabricação. Os produtos serão certificados obedecendo padrões estabelecidos pela ONU e ISO 14.064. O projeto também prevê o certificado para produtos que comprovem que na sua produção foram empregadas energia elétrica ou mecânica renovável.
Entre os benefícios que o projeto prevê está a isenção de impostos como o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), do PIS (Programa de Integração Social) e do Confins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os cortes de impostos são imediatos, após a comprovação da sustentabilidade do produto e concessão dada pela Comissão Interministerial de Mudanças Climáticas.
Um dos setores que deve ser beneficiado com a Lei do Produto Sustentável é o sucroalcooleiro, são cerca de 500 unidades instaladas em todo o Brasil, produzindo cerca de 30 milhões de metros cúbicos de etanol anualmente. No processo de fermentação do produto são gerados por ano aproximadamente 25 milhões de toneladas de CO2 de altíssima qualidade, que pode ser utilizado na produção de outros produtos. “Temos o caso da Coopcana e da Raudi que mantêm uma parceria, onde o CO2 gerado na usina é transformado em bicarbonato de sódio de alta qualidade, utilizado na produção de diversos produtos”, destacou Vizzotto. Lembrando que boa parte do CO2 produzido no processo de produção do etanol é absorvido durante o desenvolvimento da planta da cana-de-açúcar no campo.
Só para se ter uma ideia do impacto econômico que a Lei deve gerar, de acordo com a justificativa do parlamentar o mercado do bicarbonato de sódio proveniente de fontes fósseis é de 3,1 milhão de toneladas/ano. “Na produção de bicarbonato de amônia a partir do CO2 da fermentação alcoólica é possível implantar em cada unidade produtora de álcool de cana-de-açúcar uma nova indústria de produção de fertilizantes nitrogenados”, disse André Vargas. O Projeto de Lei já está sendo analisado pela Casa Civil.
http://www.diariodonoroeste.com.br/noticia/cidades/regional/53598-projeto-preve-isencoes-de-tributos-para-empresas-que-geram-produtos-sustentaveis-#.UpN5TsSkomE
O Projeto de Lei apresentado pelo parlamentar institui o título de “Produto Sustentável”, que será concedido a produtos industriais, que no seu processo de produção deem um destino adequado aos gases gerados na sua fabricação. Os produtos serão certificados obedecendo padrões estabelecidos pela ONU e ISO 14.064. O projeto também prevê o certificado para produtos que comprovem que na sua produção foram empregadas energia elétrica ou mecânica renovável.
Entre os benefícios que o projeto prevê está a isenção de impostos como o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), do PIS (Programa de Integração Social) e do Confins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os cortes de impostos são imediatos, após a comprovação da sustentabilidade do produto e concessão dada pela Comissão Interministerial de Mudanças Climáticas.
Um dos setores que deve ser beneficiado com a Lei do Produto Sustentável é o sucroalcooleiro, são cerca de 500 unidades instaladas em todo o Brasil, produzindo cerca de 30 milhões de metros cúbicos de etanol anualmente. No processo de fermentação do produto são gerados por ano aproximadamente 25 milhões de toneladas de CO2 de altíssima qualidade, que pode ser utilizado na produção de outros produtos. “Temos o caso da Coopcana e da Raudi que mantêm uma parceria, onde o CO2 gerado na usina é transformado em bicarbonato de sódio de alta qualidade, utilizado na produção de diversos produtos”, destacou Vizzotto. Lembrando que boa parte do CO2 produzido no processo de produção do etanol é absorvido durante o desenvolvimento da planta da cana-de-açúcar no campo.
Só para se ter uma ideia do impacto econômico que a Lei deve gerar, de acordo com a justificativa do parlamentar o mercado do bicarbonato de sódio proveniente de fontes fósseis é de 3,1 milhão de toneladas/ano. “Na produção de bicarbonato de amônia a partir do CO2 da fermentação alcoólica é possível implantar em cada unidade produtora de álcool de cana-de-açúcar uma nova indústria de produção de fertilizantes nitrogenados”, disse André Vargas. O Projeto de Lei já está sendo analisado pela Casa Civil.
http://www.diariodonoroeste.com.br/noticia/cidades/regional/53598-projeto-preve-isencoes-de-tributos-para-empresas-que-geram-produtos-sustentaveis-#.UpN5TsSkomE
sexta-feira, 28 de junho de 2013
EMPRESAS DEVEM APRESENTAR PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Licitação Sustentável é aquela que se destina a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável
Como forma de incentivar a postura ambientalmente correta das empresas que prestam serviço e fornecem produtos ao município, a Prefeitura de Paranavaí vem exigindo, desde 2010, o plano de gerenciamento de resíduos sólidos das empresas que participam de algumas de suas licitações públicas.
O exemplo mais recente é a licitação para a contratação de horas-máquina para as secretarias municipais de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico.
“A chamada licitação sustentável tem se tornado uma tendência e é uma forma de incentivar as empresas que ainda não se adequaram, a elaborarem o seu plano de gerenciamento de resíduos sólidos, que trata basicamente da responsabilidade compartilhada - coleta e destinação - pelo lixo e outros resíduos produzidos por determinadas atividades, visando o desenvolvimento sustentável, a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida da população”, aponta Edson Hedler, diretor de Gestão Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente.
Segundo o art. 3º da Lei nº 8.666/1993, Licitação Sustentável é aquela que se destina a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável.
Nesse sentido, pode-se dizer que a licitação sustentável é o procedimento administrativo formal que contribui para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável, mediante a inserção de critérios sociais, ambientais e econômicos nas aquisições de bens, contratações de serviços e execução de obras. De uma maneira geral, trata-se da utilização do poder de compra do setor público para gerar benefícios econômicos e socioambientais
“Ao adotar esse critério, a Prefeitura demonstra o seu apoio às empresas que se preocupam com o meio ambiente e o futuro sustentável do nosso planeta”, completa Hedler.
http://www.diariodonoroeste.com.br/noticia/cidades/local/49382-empresas-devem-apresentar-plano-de-gerenciamento-de-residuos-solidos-
sexta-feira, 24 de maio de 2013
FIQUE POR DENTRO!
Cidade americana é reerguida após tornado e vira exemplo ‘verde’
À primeira vista Greensburg parece apenas mais uma cidade pequena do interior dos EUA. Mas, ao ser reconstruída, virou uma cidade ambientalmente sustentável, modelo para o mundo.
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/05/cidade-americana-e-reerguida-apos-tornado-e-vira-exemplo-verde.html
Há seis anos, também no mês de maio, uma cidade do Kansas passou pela mesma situação. Foi destruída por um tornado. O Jornal Nacional mostra que Greensburg não só se reergueu, mas virou exemplo para o mundo.
À primeira vista Greensburg parece apenas mais uma cidade pequena do interior dos Estados Unidos. Seis anos atrás, a cidade fundada em 1886 foi devastada por um tornado com ventos de 330km/h. Mas a pequena comunidade de 1,5 mil moradores não aceitou terminar ali a história de mais de um século.
No dia seguinte ao tornado, os moradores se viram no fundo do poço. A cidade estava completamente destruída. Mas em vez de se desesperar, eles decidiram reconstruir tudo. Fazer uma Greensburg melhor. Uma cidade ambientalmente sustentável, que servisse de modelo para os Estados Unidos e o mundo.
O museu da cidade, erguido em torno do poço d'água mais fundo dos Estados Unidos, é um retrato fiel do antes e do depois.
"Onze pessoas morreram. Muitos ficaram sem casa, perderam tudo. Foi terrível, mas também foi uma grande oportunidade para tirarmos o melhor de nós mesmos", diz Stacey Barnes, diretora de turismo de Greensburg.
E assim, Greensburg se tornou a primeira cidade a conquistar o mais importante certificado de sustentabilidade do governo americano. A reconstrução verde está em todos os lugares. A começar pelo museu, um prédio desenhado para receber a luz do sol.
O prédio do centro de artes de Greensburg virou um marco do que os moradores querem para a cidade. A modernidade em sintonia com a natureza. O prédio tem um sistema para captar e usar a água da chuva. Tem também painéis solares para produzir energia. E ainda aproveita do lado de fora o que a cidade tem de sobra: o vento.
Com as três pequenas turbinas de vento, o centro de artes é autossuficiente na produção de energia. Na parede sul, as grandes janelas deixam o sol entrar para aquecer o ambiente. A parede do lado norte é fechada para proteger o interior do vento frio do inverno.
O hospital também aproveita ao máximo a luz que vem de fora. Portas inteligentes não permitem que a entrada de ar mude a temperatura interna. A iluminação artificial com leds permite uma economia de 30% no consumo de energia.
A água da chuva é armazenada em um pequeno lago. Filtros retiram as impurezas, e a água é reaproveitada nos banheiros. O desperdício caiu pela metade.
A escola segue as mesmas regras. Muita luz natural, coleta seletiva de lixo, aproveitamento da água da chuva, equipamentos de alta performance que economizam energia. Um aprendizado permanente para os alunos.
"Quando as crianças interagem todos os dias com medidas de sustentabilidade, elas se sentem encorajadas a ser parte dessa reconstrução. E o mais importante, a ser parte do futuro que a cidade escolheu", diz o superintendente da escola, Darin Headrick.
Os moradores criaram uma fundação para estimular a construção de casas verdes. Quem quiser pode passar um fim de semana em uma casa modelo, construída com material reciclado, que usa energia solar. Tudo é feito para economizar energia e água.
No banheiro, uma ideia simples que mostra como é possível economizar água no dia a dia. A água nova serve para lavar as mãos. Ela é acumulada no reservatório para ser usada na próxima descarga.
Os planos são de estender o projeto por outras cidades americanas. "Nós chamamos a nós mesmos de um laboratório vivo. É importante aprender e passar a informação adiante", diz Ruth Ann Wedel, gerente da organização.
“Uma vez um especialista em meio ambiente me disse que não entendia como uma pequena comunidade no meio do nada poderia mesmo cogitar de reconstruir. E eu respondi, tem duas coisas que você não entendeu. Número 1: é o nosso lar. E número 2: nós estamos no meio de tudo", aponta o prefeito da cidade, Bob Dixson.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
RETRATO DO CONSUMO
5% dos consumidores do
Brasil são conscientes
Pesquisa divulgada pelo Instituto Akatu aponta que, apesar da baixa
percentagem de consumidores brasileiros que podem ser classificados como
conscientes, a grande maioria da população não associa a posse de bens ao
sentimento de felicidade, o que sinaliza para uma mudança da cultura de consumo
para a cultura de bem-estar
O número de consumidores conscientes no Brasil não sofreu aumento significativo nos últimos seis anos, conforme aponta a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar, lançada nesta quinta-feira (25), em São Paulo, pelo Instituto Akatu. De acordo com o levantamento, que entrevistou 800 pessoas de todas as regiões do Brasil, apenas 5% dos consumidores do país podem ser classificados como conscientes - exatamente a mesma percentagem das duas últimas edições da pesquisa, que foram realizadas em 2010 e 2006.
Já o número de consumidores que podem ser considerados engajados - classificação que aparece logo abaixo dos consumidores conscientes no levantamento - caiu: eles são 22% atualmente, contra 28% em 2006. Para chegar a esse resultado, o Akatu analisou o comportamento dos entrevistados em 13 diferentes indicadores relacionados ao consumo consciente - entre eles, os hábitos de reciclar, comprar orgânicos e ler os rótulos dos produtos antes de decidir se vai levá-los para casa.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de junho de 2012
PLANETA TERRA - LOTAÇÃO ESGOTADA
China vai construir uma cidade do tamanho do RJ e SP por ano até 2033
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681006-15605,00-CHINA+VAI+CONSTRUIR+UMA+CIDADE+DO+TAMANHO+DO+RJ+E+SP+POR+ANO+ATE.html
No último século, a população da Terra teve um crescimento absurdo. Quintuplicou e chegamos aos 7 bilhões de habitantes. Mas será que tem espaço para todo esse mundaréu de gente morar com dignidade?
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
II ENCONTRO NACIONAL DOS SECRETARIOS DE MEIO AMBIENTE
Em PORTO ALEGRE de 25 á 27 DE JANEIRO 2012-MP-RS, Secretario João Marques no evento ''Articulação politica pela sustentabilidade e II encontro brasileiro de secretarios de meio ambiente do Brasil'',junto com o Ministro de Agricultura Mendes Ribeiro e o Deputado Federal Giovani Cherini.

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