Na série sobre a reciclagem do lixo em Paranavaí, você vai
ver que o maior problema encontrado na região dos jardins ipê, santos dummont e
aeroporto é o descarte inadequado de materiais hospitalares.
http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/noroeste/v/veja-a-maneira-correta-de-descartar-seringas-e-remedios-vencidos/2833093/
End. Rua Benedito Brambila esq. Av. Martin Luther King, S/N - Parque Bosque Municipal CEP 87708-420 Fones: 3902.1146 e 3902.1145 E-mail:sema@paranavai.pr.gov.br, semampvai@gmail.com
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
VEJA A MANEIRA CORRETA DE DESCARTAR SERINGAS E REMÉDIOS VENCIDOS
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
DESTINAÇÃO INCORRETA DO LIXO GERA PERDAS MILIONÁRIAS TODOS OS MESES
Dos quase 2 milhões de quilos de resíduos que chegam ao aterro sanitário a cada mês, 50% representam lixos domésticos. Plástico maleável acumula 211 toneladas
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Os materiais recicláveis descartados no aterro sanitário poderiam gerar R$ 4,4 milhões por ano
Foto: Arquivo Sema
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Um cálculo realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) de Paranavaí revela que a destinação incorreta do lixo produzido em residências e empresas resulta na perda de R$ 372 mil por mês. É como se a cada ano fossem depositados no aterro sanitário da cidade mais de R$ 4,4 milhões.
Para chegar a esses números, uma equipe técnica avaliou todos os resíduos descartados no aterro sanitário do dia 25 de julho até 1º de agosto. A partir da coleta de dados, foi possível calcular a média mensal de lixo orgânico, materiais recicláveis, produtos de saúde e componentes eletroeletrônicos gerados na cidade. Depois, foi só multiplicar a quantidade de lixo pelo preço de cada item, conforme os valores praticados no mercado de reciclagem.
Dos quase 2 milhões de quilos de resíduos que chegam ao aterro sanitário a cada mês, 50% representam lixos domésticos. Plástico maleável acumula 211 toneladas. Papel e papelão somam mais de 200 toneladas. Tecidos, 100 toneladas. Plástico rígido, 70 toneladas. Vidro, 41 toneladas. Borracha, 27 toneladas. Misturados ao que deveria ser apenas lixo orgânico também foram encontrados garrafas PET, metais e isopor.
CODEP - A mudança de hábitos dos moradores e dos empresários é imprescindível para que o quadro atual seja revertido, avaliou o secretário de Meio Ambiente, João Marques. Ele conversou ontem com os integrantes do Conselho de Desenvolvimento de Paranavaí (Codep) e apresentou o resultado da medição gravimétrica.
Segundo o secretário, houve avanços. Mas é possível ampliar ainda mais a coleta seletiva na cidade. Em 2008, os materiais recicláveis representavam 44% do total de lixo depositado no aterro sanitário. A medição feita este ano mostra que os itens retornáveis diminuíram para 34%.
CRESCIMENTO - O volume diário de lixo reciclável praticamente triplicou. Se antes chegavam à Cooperativa de Seleção de Materiais Reciclados e Prestação de Serviços de Paranavaí (Coopervaí) três caminhões de resíduos sólidos, agora são nove caminhões.
Para Marques, o trabalho de conscientização feito com a população foi responsável pelo crescimento registrado nos últimos meses. As pessoas estão mais preocupadas em separar materiais recicláveis do lixo orgânico.
Mesmo assim, ainda há quem não faça a separação. Por isso, a Sema iniciará um trabalho para chamar a atenção dos moradores. A ideia é identificar, com adesivos, os setores de coleta onde produtos retornáveis são descartados junto ao lixo doméstico. Depois, reforçar a conscientização da população.
Para chegar a esses números, uma equipe técnica avaliou todos os resíduos descartados no aterro sanitário do dia 25 de julho até 1º de agosto. A partir da coleta de dados, foi possível calcular a média mensal de lixo orgânico, materiais recicláveis, produtos de saúde e componentes eletroeletrônicos gerados na cidade. Depois, foi só multiplicar a quantidade de lixo pelo preço de cada item, conforme os valores praticados no mercado de reciclagem.
Dos quase 2 milhões de quilos de resíduos que chegam ao aterro sanitário a cada mês, 50% representam lixos domésticos. Plástico maleável acumula 211 toneladas. Papel e papelão somam mais de 200 toneladas. Tecidos, 100 toneladas. Plástico rígido, 70 toneladas. Vidro, 41 toneladas. Borracha, 27 toneladas. Misturados ao que deveria ser apenas lixo orgânico também foram encontrados garrafas PET, metais e isopor.
CODEP - A mudança de hábitos dos moradores e dos empresários é imprescindível para que o quadro atual seja revertido, avaliou o secretário de Meio Ambiente, João Marques. Ele conversou ontem com os integrantes do Conselho de Desenvolvimento de Paranavaí (Codep) e apresentou o resultado da medição gravimétrica.
Segundo o secretário, houve avanços. Mas é possível ampliar ainda mais a coleta seletiva na cidade. Em 2008, os materiais recicláveis representavam 44% do total de lixo depositado no aterro sanitário. A medição feita este ano mostra que os itens retornáveis diminuíram para 34%.
CRESCIMENTO - O volume diário de lixo reciclável praticamente triplicou. Se antes chegavam à Cooperativa de Seleção de Materiais Reciclados e Prestação de Serviços de Paranavaí (Coopervaí) três caminhões de resíduos sólidos, agora são nove caminhões.
Para Marques, o trabalho de conscientização feito com a população foi responsável pelo crescimento registrado nos últimos meses. As pessoas estão mais preocupadas em separar materiais recicláveis do lixo orgânico.
Mesmo assim, ainda há quem não faça a separação. Por isso, a Sema iniciará um trabalho para chamar a atenção dos moradores. A ideia é identificar, com adesivos, os setores de coleta onde produtos retornáveis são descartados junto ao lixo doméstico. Depois, reforçar a conscientização da população.
Fonte: REINALDO SILVA - Da Redação
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
FIQUE SABENDO!!!
EMPRESAS PARANAENSES JÁ PAGAM POR ÁGUA CAPTADA DE AQUÍFEROS
O foco na preservação das águas não passa apenas pelos produtores rurais do Estado. As empresas que utilizam a fonte natural das 16 bacias hidrográficas paranaenses também terão sua parcela de responsabilidade no uso e preservação. A partir desse mês, 76 indústrias e grandes usuários que utilizam a água dos rios da Bacia do Alto Iguaçu e afluentes do Alto Ribeira com finalidades comerciais em seus processos de produção e operação agora pagam pelo uso da água. Dados do Instituto das Águas do Paraná, autarquia da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), mostram que cerca de 4,2 mil usuários têm outorga para captar água ou despejar dejetos nos rios no Paraná.
O Conselho Estadual de Recursos Hídricos aprovou na semana passada os mecanismos e valores da cobrança. O projeto piloto no Paraná abrange a bacia do Alto Iguaçu, na área que vai da Região Metropolitana de Curitiba até União da Vitória, no Sul do Estado, incluindo 21 municípios em uma área de 5.870 quilômetros quadrados.
De acordo com a proposta, todas as indústrias que captam mais de 75 mil litros de água por dia para operação e produção vão pagar pelo uso da água. Também passarão a pagar os usuários que despejam efluentes tratados e as companhias de saneamento. O valor que será pago é de R$ 0,01 por metro cúbico de água captada diretamente nos rios. Para os grandes usuários que captam a água de poços ou aquíferos - as chamadas águas subterrâneas - o valor cobrado será de R$ 0,02 o metro cúbico. Pelo despejo de efluentes (líquidos resultantes de processos industriais) será cobrado R$ 0,10 pelo quilo de demanda biológica de oxigênio (DBO) lançada no rio.
O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Luiz Eduardo Cheida, comenta que o Estado é o primeiro do Sul do País a realizar a cobrança. A expectativa é de recebimento de R$ 6 milhões mensais através dessa ação. O dinheiro será direcionado ao Comitê de Bacias. "A expectativa é que se atinja as empresas que captam recursos hídricos de todas as bacias do Paraná já a partir do ano que vem. Em contrapartida, vamos recompensar financeiramente proprietários e agricultores que preservam fontes de água e mananciais de abastecimento", completa Cheida.
A cobrança pelo uso da água é uma das ferramentas das políticas nacional e estadual de recursos hídricos, estabelecida pela Lei 9.433, de 1997. No Brasil, a cobrança já está implantada nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e em rios de domínio da União, nas bacias hidrográficas do Piracicaba-Capivari-Jundiaí (PCJ), Paraíba do Sul e São Francisco. (V.L.)
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
FALTA DE EDUCAÇÃO: MORADORES DE PARANAVAÍ JOGAM LIXO NAS RUAS DA CIDADE
O pior é que mesmo com lixeiras à disposição, muita gente tem o costume de jogar lixo na rua.
http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/noroeste/v/falta-de-educacao-moradores-de-paranavai-jogam-lixo-nas-ruas-da-cidade/2786044/
http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/noroeste/v/falta-de-educacao-moradores-de-paranavai-jogam-lixo-nas-ruas-da-cidade/2786044/
terça-feira, 13 de agosto de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
CAMINHADA ENCERRA SEMANA DO MEIO AMBIENTE
Atividade foi no domingo. Participantes caminharam por cinco quilômetros.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
QUANTIDADE DE LIXO RECOLHIDO EM PARANAVAÍ DOBRA NOS ÚLTIMOS DIAS
O problema é que os moradores ainda não estão separando os recicláveis do lixo orgânico.
http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/quantidade-de-lixo-recolhido-em-paranavai-dobra-nos-ultimos-meses/2576588/
http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/quantidade-de-lixo-recolhido-em-paranavai-dobra-nos-ultimos-meses/2576588/
terça-feira, 14 de maio de 2013
EMPRESAS QUE GERAM GRANDE QUANTIDADE DE LIXO AGORA SÃO RESPONSÁVEIS PELA COLETA
A prefeitura de Paranavaí mudou as regras para a coleta de lixo na cidade. Agora empresas que geram grande quantidade de lixo têm de se responsabilizar pela destinação dos resíduos.
terça-feira, 30 de abril de 2013
EMPRESAS VOLTAM A SER CLASSIFICADAS COMO PEQUENAS GERADORAS DE RESÍDUOS
Através do Plano de
Gerenciamento de Resíduos Sólidos, algumas empresas de Paranavaí conseguiram se
enquadrar novamente como pequenos geradores de resíduos e voltaram a receber o
serviço regular de coleta do município.
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| João Marques (á dir.): 201CCom a implantação da Lei, a intenção do município não é multar ou prejudicar nenhuma empresa |
Começou a valer no dia 1º de abril a lei que disciplina a coleta, transporte e destinação final de resíduos em geral e institui a obrigatoriedade da separação do lixo reciclável no município de Paranavaí.
A principal mudança foi com relação aos chamados grandes geradores de resíduos, que deixaram de contar com o serviço regular ofertado pelo município e precisam então contratar uma empresa particular para realizar a coleta e destinação do lixo que produzem.
Mas, através do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), algumas empresas de Paranavaí conseguiram se enquadrar novamente como pequenos geradores de resíduos e voltaram a receber o serviço regular de coleta do município.
“No total, nós notificamos 112 empresas de Paranavaí como sendo grandes geradoras de resíduos, que são aquelas que geram mais de 200 litros de lixo por coleta, ou 600 litros por semana. Com a implantação da Lei, a intenção do município não é multar ou prejudicar nenhuma empresa”, disse o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
“O que queremos é que cada estabelecimento se enquadre novamente como pequeno gerador de resíduos, porque isso é bom para todos, principalmente para o empresário que não precisa gastar e pode ainda obter algum lucro da venda do lixo reciclável, e também para o meio ambiente, uma vez que o aterro sanitário não recebe mais material indevido. Todas as empresas, seja de que ramo for, podem se adequar”, acrescentou o secretário.
RESULTADOS POSITIVOS - Proprietário do Posto Paraná, o empresário Cristiano Cavasin conta que ao tomar conhecimento da implantação da Lei, buscou rapidamente a elaboração do plano para adequar novamente o estabelecimento como pequeno gerador de resíduos.
A principal mudança foi com relação aos chamados grandes geradores de resíduos, que deixaram de contar com o serviço regular ofertado pelo município e precisam então contratar uma empresa particular para realizar a coleta e destinação do lixo que produzem.
Mas, através do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), algumas empresas de Paranavaí conseguiram se enquadrar novamente como pequenos geradores de resíduos e voltaram a receber o serviço regular de coleta do município.
“No total, nós notificamos 112 empresas de Paranavaí como sendo grandes geradoras de resíduos, que são aquelas que geram mais de 200 litros de lixo por coleta, ou 600 litros por semana. Com a implantação da Lei, a intenção do município não é multar ou prejudicar nenhuma empresa”, disse o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
“O que queremos é que cada estabelecimento se enquadre novamente como pequeno gerador de resíduos, porque isso é bom para todos, principalmente para o empresário que não precisa gastar e pode ainda obter algum lucro da venda do lixo reciclável, e também para o meio ambiente, uma vez que o aterro sanitário não recebe mais material indevido. Todas as empresas, seja de que ramo for, podem se adequar”, acrescentou o secretário.
RESULTADOS POSITIVOS - Proprietário do Posto Paraná, o empresário Cristiano Cavasin conta que ao tomar conhecimento da implantação da Lei, buscou rapidamente a elaboração do plano para adequar novamente o estabelecimento como pequeno gerador de resíduos.
PLANO DE GERENCIAMENTO AJUDA EMPRESAS A SE REENQUADRAREM COMO PEQUENOS GERADORES DE RESÍDUOS
Começou a valer no dia 1º de abril, a lei que disciplina a coleta, transporte e destinação final de resíduos em geral e institui a obrigatoriedade da separação do lixo reciclável no município de Paranavaí. A principal mudança foi com relação aos chamados grandes geradores de resíduos, que deixaram de contar com o serviço regular ofertado pelo município e precisam então contratar uma empresa particular para realizar a coleta e destinação do lixo que produzem. Mas, através do PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos), algumas empresas de Paranavaí conseguiram se enquadrar novamente como pequenos geradores de resíduos e voltaram a receber o serviço regular de coleta do município.
“No total, nós notificamos 112 empresas de Paranavaí como sendo grandes geradoras de resíduos, que são aquelas que geram mais de 200 litros de lixo por coleta, ou 600 litros por semana. Com a implantação da Lei, a intenção do município não é multar ou prejudicar nenhuma empresa. O que queremos é que cada estabelecimento se enquadre novamente como pequeno gerador de resíduos, porque isso é bom para todos, principalmente para o empresário que não precisa gastar e pode ainda obter algum lucro da venda do lixo reciclável, e também para o meio ambiente, uma vez que o aterro sanitário não recebe mais material indevido. Todas as empresas, seja de que ramo for, podem se adequar”, analisa o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
LEI MUNICIPAL EXIGE QUE MORADORES DE PARANAVAÍ SEPAREM O LIXO DE CASA CORRETAMENTE
A coleta seletiva funciona desde 2010 em Paranavaí, mesmo assim, muito material reciclado acaba indo para o lixão da cidade.
Assista na integra:
Assista na integra:
REPORTAGEM
Nesta Quarta-feira (03), Juntamento com o Secretario do Meio Ambiente João Marques, Diretor de Gestão Ambiental Edson Hedler foi realizada uma entrevista para o Diário do Noroeste, os temos abordados foram sobre as leis de Resíduos Sólidos, Grandes Geradores e Coleta Seletiva.
Na Foto: Adão Ribeiro, Fabiano Vaz do Diário do Noroeste, Secretario Municipal João Marques, Diretor de Gestão Edson Hedler.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
GRANDES GERADORES DE LIXO DEIXAM DE SER ATENDIDOS PELO SERVIÇO REGULAR DE COLETA A PARTIR DESSA SEGUNDA-FEIRA
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
MUNICÍPIO PEDE COLABORAÇÃO DE CARROCEIROS NO COMBATE À DENGUE E ORIENTA SOBRE NORMAS DA ATIVIDADE
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Dando sequência às ações de mobilização dos diversos segmentos da sociedade no combate à dengue, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) realizou na última quinta-feira (31) uma reunião com os carroceiros do município para pedir a colaboração de todos no combate à doença e orientar o grupo quanto às normas da atividade e a correta destinação dos resíduos de construção civil e de podas de árvores.
Cerca de 120 carroceiros foram convidados para a reunião, que aconteceu no Centro da Juventude, mas apenas três compareceram. “Precisamos do engajamento de toda a população para combater a dengue em nossa cidade e os carroceiros é um grupo importante nessa missão, já que eles transportam diversos tipos de materiais que, se descartados em locais impróprios, podem representar um grande risco à saúde de toda população”, ressaltou o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
A reunião foi conduzida pelo diretor de Gestão Ambiental da Semam, Edson Hedler que, juntamente com o gerente administrativo da Ditran (Diretoria de Trânsito), Gabriel Luiz, lembrou os carroceiros de questões relevantes para o exercício da profissão, como os locais corretos para o descarte de resíduos de construção e poda de árvores, a atualização do cadastro junto ao município, a necessidade de emplacamento e utilização de faixas refletivas nas carroças, entre outras normas.
“Com essa conversa queremos conscientizar e lembrar os carroceiros das normas que regem a atividade, que constam na Lei Municipal nº 2.349/2002 e no decreto nº 10.170/2008, já que em breve nos vamos intensificar a fiscalização do serviço. É importante lembrar que a multa para o carroceiro que for pego descarregando resíduos em locais impróprios começa em R$ 180,00, e a multa para as carroças que estiverem irregulares começa em R$ 46,00, podendo dobrar no caso de reincidência”, frisou Hedler.
FISCAIS – Segundo Marques, já foi autorizado pelo prefeito Rogério Lorenzetti a contratação de dois fiscais que farão todo o serviço de fiscalização das leis ambientais, tais como descarte irregular de lixo, corte e poda irregular de árvores, fixação de placas e faixas em árvores e canteiros, poluição de rios na área urbana, entre outros. “Os fiscais já estão em fase de treinamento e em breve começarão a ajudar a Secretaria de Meio Ambiente a controlar melhor o cumprimento das leis ambientais”, afirmou o secretário.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
POPULAÇÃO APROVEITA FERIADO PROLONGADO PARA DESCARTE IRREGULAR NO " BURACÃO" DA VILA OPERÁRIA
quarta-feira, 4 de julho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
GRACIOSA, MANDIOCABA, PIRACEMA E APA DO RIBEIRÃO ARARA VÃO GANHAR COLETA SELETIVA DE LIXO A PARTIR DO DIA 27
Começa no próximo dia 27 de junho a coleta seletiva de lixo nos Distritos de Graciosa, Mandiocaba, Piracema e na Área de Preservação Ambiental (APA) do Ribeirão Arara. A informação é da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, de Paranavaí.De acordo com o secretário João Araújo Marques, esta será a primeira vez que a população destes distritos e da APA será atendida com a coleta seletiva de lixo. “É uma iniciativa da atual administração que visa ampliar ainda mais a coleta de lixo reciclável no município, que atualmente é de 150 toneladas por mês. Pesquisas apontam que, em média, 30% do lixo produzido pela população é reciclável. Isso significa que, se todos se mobilizarem, Paranavaí pode ter uma coleta de até 600 toneladas por mês”, destaca.
Segundo ele, é da APA que vem a água potável consumida pela população do município, “então quanto melhor for sua conservação - e quanto menos lixo existir na região - melhor será a qualidade da nossa água”.
Para garantir que a população tire proveito deste serviço, a Secretaria já está realizando nas escolas uma série de palestras conscientizando os alunos sobre a importância da separação do lixo reciclável e da coleta seletiva para o meio ambiente.
“A população precisa entender que a separação do lixo reciclável e a sua correta destinação é positiva não só pelo lado ambiental, mas também pelo lado econômico, já que quanto maior for a quantidade de materiais recicláveis coletada e encaminhada para a cooperativa, maior será a vida útil do aterro sanitário e melhor será a qualidade de vida das cerca de 60 famílias que vivem da coleta seletiva em Paranavaí”, aponta João.
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