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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Começa nesta quinta-feira mutirão de coleta de lixo eletrônico em Paranavaí e região

O Consórcio Intermunicipal Caiuá Ambiental (Cica) realiza nesta quinta e sexta-feira, dias 25 e 26 de junho, um grande mutirão para a coleta de lixo eletrônico em Paranavaí e outros 11 municípios que integram a entidade.
O e-lixo, como é chamado, é considerado um grande problema para o meio ambiente e para a saúde. Estes produtos são constituídos por materiais que possuem metais pesados altamente tóxicos, denominados vilões silenciosos. Se descartados incorretamente, estes equipamentos possuem substâncias químicas em suas composições que podem provocar contaminação do solo, do ar e da água.
Entre os equipamentos que poderão ser descartados durante o mutirão estão: Aparelhos de DVD, fax, som e videogame, computadores e periféricos, aquecedores, ar condicionados, caixas de som, centrais telefônicas, máquinas fotográficas, máquinas de lavar roupa, celulares, baterias, carregadores, ferros de passar, fios, cabos, chapinhas e similares. Para o descarte de tubos de monitor de TVs e CRT (computadores) será cobrada uma taxa de R$ 5,00 (por unidade).
O mutirão de coleta de lixo eletrônico é uma realização do Cica em parceria com a Transresíduos, Fatecie, Unespar/Fafipa, Sociedade Rural do Noroeste do Paraná, e Associação de Recicladores de Lixo Eletro Eletrônico. Para outras informações sobre pontos de coleta na região basta ligar no 3422-5157 (Cica).

Confira a lista dos municípios participantes e locais de coleta:

Municípios participantes
Local da coleta
Alto Paraná
Ao lado do Centro de Eventos
Amaporã
Praça Castelo Branco
Cruzeiro do Sul
Ao lado do Clube da Terceira Idade- no Quiosque
Mirador
Col. Est. Pedro Viriato P. de Souza
Nova Aliança do Ivaí
Praça Benedito Borin
Paranavaí
Provopar
Presidente Castelo Branco
Centro Cultural Prof. Nilza G. Faccin
Santo Antônio do Caiuá
Ginásio de Esporte Leandrão
São Carlos do Ivaí
Praça Paraná
São João do Caiuá
Ginásio de Esporte Tancredo Neves
Tamboara
Escola Municipal Tamboara E.F.
Terra Rica
Parque de Exposição José Rico

quarta-feira, 17 de junho de 2015

CONSÓRCIO

Provopar de Paranavaí será ponto de coleta de lixo eletrônico durante mutirão

http://diariodonoroeste.com.br/noticia/cidades/local/68830-provopar-de-paranavai-sera-ponto-de-coleta-de-lixo-eletronico-durante-mutirao#.VYK35flViko

Nos próximos dias 25 e 26 de junho, o Consórcio Intermunicipal Caiuá Ambiental (Cica) realizará um grande mutirão para a coleta de lixo eletrônico nos 12 municípios que integram a entidade. Em Paranavaí, o ponto de coleta será na quadra do Provopar.
O e-lixo, como é chamado, é considerado um grande problema para o meio ambiente e para a saúde. “Estes produtos são constituídos por materiais que possuem metais pesados altamente tóxicos, denominados vilões silenciosos. Se descartados incorretamente, estes equipamentos possuem substâncias químicas em suas composições que podem provocar contaminação do solo, do ar e da água”, alerta o secretário executivo do Cica, João Marques. 
Entre os equipamentos que poderão ser descartados durante o mutirão estão: Aparelhos de DVD, fax, som e videogame, computadores e periféricos, aquecedores, ar condicionados, caixas de som, centrais telefônicas, máquinas fotográficas, máquinas de lavar roupa, celulares, baterias, carregadores, ferros de passar, fios, cabos, chapinhas e similares. Para o descarte de tubos de monitor de TVs e CRT (computadores) será cobrada uma taxa de R$ 5,00 (por unidade). 
O mutirão de coleta de lixo eletrônico é uma realização do Cica em parceria com a Transresíduos, Fatecie, Unespar/Fafipa, Sociedade Rural do Noroeste do Paraná, e Associação de Recicladores de Lixo Eletro Eletrônico. Para outras informações sobre pontos de coleta na região basta ligar no 3422-5157 (Cica). 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

MUNICÍPIOS DA REGIÃO REALIZAM MUTIRÃO PARA A COLETA DE LIXO ELETRÔNICO



Municípios da região realizam mutirão para a coleta de lixo eletrônico



Nos próximos dias 25 e 26 de junho, o Consórcio Intermunicipal Caiuá Ambiental (Cica) realizará um grande mutirão para a coleta de lixo eletrônico nos 12 municípios que integram a entidade.
O e-lixo, como é chamado, é considerado um grande problema para o meio ambiente e para a saúde, como observa o secretário executivo do Cica, João Marques. “Estes produtos são constituídos por materiais que possuem metais pesados altamente tóxicos, denominados vilões silenciosos. Se descartados incorretamente, estes equipamentos possuem substâncias químicas em suas composições que podem provocar contaminação do solo, do ar e da água”, alerta.
O mutirão de coleta de lixo eletrônico é uma realização do Cica em parceria com a Transresíduos, Fatecie, Unespar/Fafipa, Sociedade Rural do Noroeste do Paraná, e Associação de Recicladores de Lixo Eletro Eletrônico.
Quais equipamentos descartáveis podem ser levados aos pontos de coleta?
Aparelhos de DVD, fax, som e videogame, computadores e periféricos, aquecedores, ar condicionados, caixas de som, centrais telefônicas, máquinas fotográficas, máquinas de lavar roupa, celulares, baterias, carregadores, ferros de passar, fios, cabos, chapinhas e similares. Para o descarte de tubos de monitor de TVs e CRT (computadores) será cobrada uma taxa de R$ 5,00 (por unidade).
 Confira a lista dos municípios participantes e locais de coleta:
Municípios participantes
Local da coleta
Alto Paraná
Ao lado do Centro de Eventos
Amaporã
Praça Castelo Branco
Cruzeiro do Sul
Ao lado do Clube da Terceira Idade- no Quiosque
Mirador
Col. Est. Pedro Viriato P. de Souza
Nova Aliança do Ivaí
Praça Benedito Borin
Paranavaí
Provopar
Presidente Castelo Branco
Centro Cultural Prof. Nilza G. Faccin
Santo Antônio do Caiuá
Ginásio de Esporte Leandrão
São Carlos do Ivaí
Praça Paraná
São João do Caiuá
Ginásio de Esporte Tancredo Neves
Tamboara
Escola Municipal Tamboara E.F.
Terra Rica
Parque de Exposição José Rico

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Empresários e moradores entregam lixo eletrônico para a reciclagem





      Foto: Fabiano Fracarolli




A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Cooperativa de Seleção de Materiais Recicláveis e Prestação de Serviços de Paranavaí (Coopervaí) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR), realizou uma campanha para recolher equipamentos eletrônicos, eletrodomésticos, cabos de energia e metais.
Foram dois dias de arrecadação e de orientações sobre a necessidade de fazer o descarte correto desses materiais. “O lixo eletrônico contém resíduos que prejudicam o meio ambiente. Então, em vez de ser jogado em locais indevidos, deve ser devolvido para a reciclagem”, disse Késsia Marchi, professora do IFPR.
Empresários e moradores levaram diferentes tipos de componentes até o Provopar, onde a coleta foi realizada na sexta-feira e ontem. Só para se ter uma ideia, o material recolhido no primeiro dia da ação totalizou 3.200 quilos. “Foram 56 doadores”, disse Késsia. A expectativa, ontem, era de que o volume de lixo se equiparasse ao de sexta-feira.
Tudo o que foi entregue será vendido para uma empresa de reciclagem de Maringá, e o dinheiro será repassado para a Coopervaí. Ainda não ficou definido se uma nova ação de coleta desses equipamentos será realizada, por isso, quem precisar descartar materiais eletrônicos pode entregá-los na Coopervaí.

Fonte: Diario do Noroeste, 24 de Agosto de 2014.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

TECNOLOGIA LIXO ELETRÔNICO DESAFIA SOCIEDADE

Aumento desenfreado do consumo traz a preocupação sobre o destino adequado dos produtos descartados


 
Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica (Abinee) estimam que em 2013 haverá quase 30 milhões de celulares e 5,5 milhões de tablets a mais circulando no país em relação ao ano passado. Um aumento de 80% e 90%, respectivamente, que acompanha o ritmo dos anos anteriores. Em 2012, foram produzidos 16 milhões de unidades de smartphones no País, número 78% superior a 2011, que registrou 8,9 milhões. Já os tablets bateram o recorde, com uma variação de 153%: 2,8 milhões em 2012 contra 1,1 milhão em 2011. 

A conta representa apenas três anos de levantamento no Brasil para dois tipos de produtos. Estendendo isso para aparelhos celulares, televisores, rádios, DVDs, computadores, monitores, câmeras, ventiladores, micro-ondas, ferros de passar, liquidificadores, refrigeradores, fogões, entre outros, o montante, certamente, vai ser grande e assustador. E aí vem o grande desafio: o que fazer com tudo isso quando esses produtos não tiverem mais conserto ou se tornarem ultrapassados? 

Um relatório da Global Intelligence Alliance (GIA), que pesquisou o comportamento do consumidor no mundo em relação ao lixo eletrônico, mostra que 35% guardam em casa, 29% doam, 19% vendem e 7% jogam no lixo. Tentando minimizar o problema, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída em 2010, começa a formatar a atuação dos sistemas de Logística Reversa (LR) e acordos setoriais para os produtos oriundos da indústria eletroeletrônica. No Paraná, a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) fez um chamamento público, em fevereiro, para que os fabricantes apresentem sua proposta inicial e, assim, sejam criadas as diretrizes da LR. O prazo final não foi informado pela secretaria. 

LIXO ELETRÔNICO

Logística reversa patina por falta de legislação
Para especialista, governo precisa definir responsabilidades para que produtos tenham destinação correta

Anderson Coelho
Entrevista: Andre Luis Saraiva Diretor da Abinee
A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), fundada em 1963 e que representa cerca de 600 indústrias, diz estar preparada para garantir a logística reversa dos produtos que fabrica. No entanto, a regulamentação de muitos deles sequer foi aprovada pelo governo. 

A entidade busca há três anos a adequação desses itens. Enquanto nada é colocado no papel, não há avanço. Assim, projetos como a Central de Logística Reversa de Londrina caem em desuso. 

"Como justificar o envio de uma caçamba de eletroeletrônicos de Londrina até Manaus, se não há sequer guia desses produtos?", observa o diretor do Departamento de Responsabilidade Socioambiental da Abinee, Andre Luis Saraiva. 

A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi instituída como lei em 2010. As discussões se arrastam desde então. Entre tantos entraves, um chama a atenção: a responsabilidade sobre os chamados "produtos órfãos". 

Estima-se que as vendas de produtos piratas movimentem R$ 40 bilhões por ano no Brasil. Só na indústria fonográfica, o governo deixa de arrecadar cerca de R$ 500 milhões por ano em impostos. Há um alto número de produtos falsificados circulando no mercado nacional. Um exemplo são os notebooks - de cada três unidades vendidas, uma vem de fora (seja adquirida no mercado cinza, leia-se contrabandeada, seja comprada no exterior, porém sem origem comprovada para a Receita Federal). 

Sem nota fiscal não há comprovação da origem. Consequentemente, não há como garantir a destinação correta após o período de vida útil do produto. "O ônus não pode ser jogado para as empresas", alega Saraiva. 

A consequência é um impacto socioambiental difícil de ser calculado. A Global Intelligence Alliance, consultoria multinacional, apresentou há dois anos estudo sobre o lixo eletrônico no Brasil. O relatório aponta que o consumidor não sabe o que fazer como dar a destinação correta aos produtos. Trinta e cinco por cento dos brasileiros guardam o aparelho velho em casa, 29% doam, 19% vendem, 7% jogam no lixo e 10% dão outra destinação qualquer. 

Outro fato relevante: sem regulamentação federal, Estados e municípios criam leis de resíduos sólidos conflitantes - hoje são 42 estaduais e 15 municipais vigentes em todo o território nacional. "São leis concorrentes. Pior que tem mais 85 projetos de lei no forno, prontos para saírem", lamenta. 

A Abinee representa um setor que emprega mais de 180 mil trabalhadores diretos e responde por mais de 15% da produção industrial nacional. O faturamento representa 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB). 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

POPULAÇÃO APROVEITA FERIADO PROLONGADO PARA DESCARTE IRREGULAR NO " BURACÃO" DA VILA OPERÁRIA



 
As equipes da Semam (Secretaria de Meio Ambiente) tiveram bastante trabalho na manhã desta quinta-feira (3) para remover lixo orgânico, reciclável e resíduos de material eletroeletrônico descartados indevidamente no “buracão” da Vila Operária, próximo ao CAIC. Segundo o secretário João Marques, a população aproveitou o feriado prolongado para cometer as irregularidades.
“Nós temos caminhões de coleta trabalhando diariamente na cidade, passando nas residências de todos os bairros. No feriado a coleta aconteceu normalmente. Não há justificativa para chegarmos no lixão hoje e encontrarmos tanto lixo orgânico, garrafas pet, muito material reciclável que poderia estar gerando renda para as famílias da Coopervaí, gesso de construção. Pelo menos dois caminhões de material de confecções foram despejados irregularmente no lixão este final de semana. A população precisa assumir a sua parcela de responsabilidade para a preservação ambiental”, apontou João Marques.
“Em outubro chegamos a colocar um vigia no local. Na época, o descarte irregular de lixo no buracão reduziu, mas acabou aumentando em outros pontos da cidade que não tinham a mesma vigilância. É como se a população parou de descartar lixo naquele local e passou a descartar em outros cinco”, lamentou o secretário.
CONSCIENTIZAÇÃO - Em 2012, a Semam promoveu palestras para 10.744 crianças da rede pública municipal e estadual de ensino em Paranavaí, levando informações sobre educação ambiental e como fazer corretamente a coleta seletiva em suas residências. “Se considerarmos os alunos e professores, pelo menos 15% da população da cidade recebeu as palestras de conscientização. Essas informações depois são multiplicadas para as famílias. Não é por falta de conhecimento sobre o assunto que ações irregulares como esta acontecem”, avalia o secretário.
Uma das maiores preocupações da administração municipal com o descarte irregular de resíduos é a proliferação de doenças transmitidas por animais peçonhentos como ratos, baratas, cobras e escorpiões. “Os restos de comida atraem as baratas e ratos, aumentando os riscos de leptospirose e também atraindo outros animais perigosos, como os escorpiões. Agora, com as chuvas que vêm caindo diariamente, aumenta também o perigo de proliferação de mosquitos transmissores da dengue, já que as pessoas jogam no lixão aparelhos de TV e computadores velhos, que servem de depósitos de água parada”, explica João Marques.
SEPARAÇÃO DO LIXO PREVISTA EM LEI - “A política pública para o gerenciamento de resíduos existe em Paranavaí. O caminhão passa na frente das residências e as rotas são controladas por satélite. O que cabe ao município está sendo feito, e com qualidade. A população precisa estar consciente de que está sujeita a multas se não fizer corretamente a separação do lixo orgânico e reciclável”, confirma o diretor de gestão ambiental da Semam, Edson Hedler.
A Lei nº 3.641 de 2010 dispõe sobre a coleta, transporte e destinação final de resíduos em geral e institui a obrigatoriedade da separação e destinação final de resíduos sólidos domiciliares no município. A Lei determina de que maneira deve ser feita a separação de lixo domiciliar, hospitalar e de comércios e indústrias, além de prever a quantidade de dias de coleta em cada localidade e dispositivos sobre a logística reversa para o descarte de eletroeletrônicos no município. Auem cometer infrações fica sujeito a multas que vão de R$ 80,63 (leves) a R$ 14. 659,90 (gravíssimas).
“Para este ano, vamos implantar um trabalho educativo diretamente com a população, vamos divulgar novamente a campanha de coleta seletiva e vamos trabalhar diretamente com a empresa que faz a coleta no sentido de não recolher o lixo quando a separação não estiver sendo feito corretamente. Quem não separar o lixo vai ter seus resíduos deixados para trás junto com um adesivo alertando o porquê de a coleta não ter acontecido. Esperamos que com uma ou duas vezes que o lixo for deixado pra trás, a pessoa já entenda a importância de separar corretamente e faça o processo como deve ser. Na terceira ou quarta vez, o morador já poderá ser multado”, explica Hedler.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

COLETA - Ampliação e modernização figuram entre as conquistas da Coopervaí em 2012

A Coopervaí passou a receber lixo eletrônico, tais como computadores, baterias, celulares e calculadoras. A novidade “agrega valores à produção e faz aumentar a receita da cooperativa”, diz Vera Márcia

Ampliação e modernização figuram entre as conquistas da Coopervaí em 2012
A produção mensal da cooperativa é de 200 toneladas de lixo por mês - Foto: Fabiano Fracarolli

É possível ampliar a produção, mas os resultados obtidos neste ano pela Cooperativa de Seleção de Materiais Recicláveis e Prestação de Serviços de Paranavaí (Coopervaí) dão sinais de que 2013 será um ano promissor, conforme prevê a gerente Vera Márcia Teixeira.
Segundo ela, ao longo de 2012 foi possível melhorar as condições de trabalho dos cooperados. “Fizemos investimentos na infraestrutura. Agora temos refeitório e sala de alfabetização”, exemplifica. Outra conquista citada pela gerente da Coopervaí é a distribuição de cestas básicas para os trabalhadores.
A média salarial também aumentou. Em 2011 era de aproximadamente R$ 500, passando para cerca de R$ 800 neste ano. Significa que os 60 cooperados tiveram um incremento na renda familiar e estão vivendo com mais qualidade, afirma Vera Márcia.
RESÍDUOS ELETRÔNICOS - Para a gerente, este foi “um ano de sucesso”. Um dos motivos: a Coopervaí passou a receber lixo eletrônico, tais como computadores, baterias, celulares e calculadoras. A novidade “agrega valores à produção e faz aumentar a receita da cooperativa”, diz Vera Márcia.
A partir do próximo ano, as empresas que entregarem componentes eletrônicos à Coopervaí receberão certificados. O documento será item necessário para que renovem o alvará de funcionamento junto à Prefeitura de Paranavaí.
ÓLEO DE COZINHA - Outro produto que antes não fazia parte da lista de resíduos recolhidos para a reciclagem é o óleo vegetal utilizado na cozinha. Se antes o descarte era feito de forma incorreta pelos moradores, agora já pode ser reaproveitado.
Para que a Coopervaí receba o resíduo, o morador precisa armazená-lo em uma garrafa plástica e colocá-lo junto ao lixo reciclável recolhido semanalmente em todos os bairros da cidade.
NOTA FISCAL - Vera Márcia destaca que a Coopervaí passou a vender vários produtos recicláveis diretamente para as indústrias, sem a atuação de empresas intermediárias. Por esta razão, a cooperativa investiu em tecnologia, emitindo nota fiscal eletrônica, por exemplo. Também está regularizando a documentação necessária para que possa comercializar os resíduos sólidos dentro da legalidade.
DIVISÃO DE SOBRAS - Por causa de todos os investimentos, em 2012 não haverá divisão de sobras entre os cooperados. Mas Vera Márcia garante que não representa resultados ruins para a Coopervaí. “Estamos nos preparando para crescer cada vez mais”, ressalta.
CONSCIENTIZAÇÃO - A gerente da Coopervaí destaca que a produção mensal representa 200 toneladas, mas que é possível ampliar. Segundo ela, a produção de lixo reciclável em Paranavaí poderia alcançar as 600 toneladas por mês. “Falta conscientização dos moradores. Se todos separarem o lixo corretamente, é possível preservar o meio ambiente e ajudar as famílias de nossos 60 cooperados”, completa.


terça-feira, 17 de abril de 2012

DESTINAÇÃO CORRETA DO LIXO É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA, DIZ SECRETÁRIO - 2º parte

Como funciona a logística reversa

Para dar a destinação correta a uma série de resíduos sólidos que não são orgânicos nem recicláveis, existe um processo chamado logística reversa. Significa que em vez de jogar esses produtos no lixo comum, o consumidor final deve levá-los até o distribuidor (lojas e mercados, por exemplo). Estes estabelecimentos têm o dever de encaminhar os componentes aos fornecedores, e estes aos fabricantes.
Em Paranavaí, a logística reversa é aplicada para pneus, lâmpadas fluorescentes, embalagens de agrotóxicos e aparelhos eletroeletrônicos. O próximo passo, informou o secretário municipal de Meio Ambiente, será fazer a destinação correta de lixo derivado da construção civil e de móveis.
A intenção é terceirizar o terreno próximo ao Caic, onde são depositados entulhos e materiais de construção. Uma empresa, escolhida a partir de um processo de licitação, ficaria responsável pela manutenção do local e reaproveitaria os resíduos lá depositados. Nesta segunda-feira, 16 de abril, o Conselho Municipal de Meio Ambiente deve apresentar um parecer sobre a terceirização do “Buracão da Vila Operária”. (RS)

Os riscos dos metais pesados para o organismo
Diferentes metais pesados entram na composição de eletroeletrônicos, pilhas, baterias e lâmpadas. O descarte desses produtos em terrenos vazios ou fundos de vale, por exemplo, é extremamente prejudicial à saúde dos seres humanos, como explica o diretor municipal de Gestão Ambiental, Edson Hedler.

Segundo ele, esses metais pesados têm efeito cumulativo no organismo, ou seja, não são eliminados. Entre os danos que podem provocar estão problemas de fígado e rins, complicações no sistema nervoso e deficiências neurológicas. (RS)

Como descartar lixo cortante e outros materiais
O que fazer para descartar, por exemplo, um copo ou uma garrafa que estejam quebrados? A dica é embrulhar os estilhaços e colocar de forma segura junto ao lixo reciclável. Isso vai evitar que os catadores se cortem ao manusear os materiais que separam diariamente dentro da Coopervaí.

Se o problema é se desfazer de um sofá ou uma estante, a primeira orientação é tentar vender os móveis. Se não for possível, desmonte, separe tudo o que pode ser reaproveitado e junte aos materiais recicláveis. O restante pode ser levado até o terreno próximo ao Caic, conhecido como “Buracão da Vila Operária”. (RS)
                                                                           Fonte: Jornal Diário do Noroeste

DESTINAÇÃO CORRETA DO LIXO É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA, DIZ SECRETÁRIO - 1º parte

Móveis, eletroeletrônicos, lâmpadas fluorescentes, pneus. Como se desfazer de qualquer um desses itens? O que é lixo reciclável, o que é material orgânico e o que é considerado rejeito? A destinação correta dos resíduos sólidos é uma questão de saúde pública, defende o secretário municipal de Meio Ambiente, João Marques, por isso, é fundamental. Também é necessária para a organização urbana. O primeiro passo é fazer a separação correta. Restos de alimentos e lixo de banheiro, por exemplo, são os resíduos orgânicos, e devem ser descartados no aterro sanitário. A coleta de lixo comum é feita três vezes por semana em todos os bairros da cidade.
O lixo reciclável é recolhido duas vezes por semana. Depois da coleta seletiva, os resíduos secos são levados para a Coopervaí, a cooperativa de reciclagem de lixo. Estão incluídos nesta categoria papéis, plásticos, vidros e metais.
Os itens considerados rejeitos são aqueles que não são orgânicos, mas não podem ser reciclados. Papel laminado, couro, borracha e fraldas plásticas são alguns exemplos.
Na avaliação do secretário de Meio Ambiente, o descarte incorreto dos resíduos sólidos gera contaminação do solo e dos rios, por isso, é totalmente prejudicial à saúde. O lítio que compõe a bateria de celular é considerado cancerígeno, cita Marques. “Imagina se todas as pessoas que têm celular jogarem seus aparelhos no ambiente”?
                                                                                       Fonte: Jornal Diário do Noroeste