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sábado, 4 de junho de 2016

PARADÃO AMBIENTAL

Está acontecendo o PARADÃO AMBIENTAL, até ao meio dia, no calçadão da Rua Getúlio Vargas, com distribuição de mudas de árvores, recebimento de resíduos eletrônicos.
Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente que é amanhã dia 05 de junho.
Organização e apoio: Sanepar, Fatecie, Unespar Fafipa, Secretaria de Meio Ambiente, Coopervai. Vigilância em saúde com o setor de endemias também está presente com o tema xô dengue.





segunda-feira, 7 de março de 2016

Comitê de Combate e Prevenção à Dengue se reúne para discutir estratégias de enfrentamento






Preocupada em reforçar as ações de combate à dengue em Paranavaí, a Vigilância em Saúde (Visa) convocou para esta terça-feira, dia 8 de março, às 8h30, na sede do órgão, a segunda reunião do ano com o Comitê Municipal de Combate e Prevenção à Dengue. Em pauta a explanação sobre a situação da doença em Paranavaí, a apresentação do Progama Microcefalia (Portaria 2.121/15) e a elaboração de estratégias para o enfrentamento da dengue (zika e chykungunia). A reunião estará a cargo do diretor da Vigilância em Saúde, Radal Calil Fadel Filho.

terça-feira, 14 de abril de 2015

EM 2015

Quase 4.000 casos suspeitos de dengue foram notificados no Extremo-Noroeste

Para se ter uma ideia da gravidade do problema, só na tarde de ontem seis pessoas estavam internadas na Santa Casa de Paranavaí com sintomas da doença

Quase 4.000 casos suspeitos de dengue foram notificados no Extremo-NoroestePratinhos de plantas estão entre os objetos que servem como criadouro para o Aedes aegypti
Foto: Arquivo DN/Fabiano Fracarolli

Quase 4.000 notificações de casos suspeitos de dengue já foram feitas nos 28 municípios do Extremo-Noroeste do Paraná. É o que mostra o relatório epidemiológico da 14ª Regional de Saúde, atualizado na última quinta-feira. Ao todo, 1.838 foram confirmados.
O município com maior incidência da doença é São João do Caiuá, com 766 registros de janeiro até o dia 9 de abril. Na sequência aparecem Loanda, com 475 casos positivos, e Santa Isabel do Ivaí, com 128 confirmações. Em Paranavaí, o número chegou a 103.
Para se ter uma ideia da dimensão do problema, basta analisar o fato de que seis pessoas com sintomas de dengue estavam internadas na Santa Casa de Paranavaí na tarde de ontem. O caso mais grave: complicações da doença provocaram Acidente Vascular Cerebral (AVC) em uma mulher de Santa Isabel do Ivaí.
PARANAVAÍ - O chefe da Vigilância em Saúde de Paranavaí, Randal Fadel Filho, voltou a afirmar que a cidade passa por uma situação preocupante, por ser propícia para o surto de dengue. Mesmo assim, a população não tem feito a própria parte.
Fadel Filho explicou que é comum encontrar focos de larvas do mosquito Aedes aegypti em caixas d’água, pratinhos de plantas e bebedouros de animais. O descarte incorreto de lixo também contribui para aumentar o número de criadouros.
Os Jardins Santos Dumont (Simara, Monções, Alvorada do Sul e Antigo Aeroporto) e o Jardim São Jorge são as regiões com maior quantidade de casos de dengue confirmados. Por isso, equipes da Prefeitura de Paranavaí estão fazendo mutirões nesses locais, com limpeza, orientação para os moradores e pulverização de veneno.

Fonte: REINALDO SILVA - Da Redação



sábado, 28 de março de 2015

PARANAVAÍ Com duas áreas da cidade em surto, dengue causa preocupações extras

Na área do Santos Dumont foram contabilizados pelo menos 18 casos positivos e novas notificações diárias, enquanto no São Jorge são 11 registros. No geral a cidade tem 61 pacientes positivos para dengue


Nesta semana aumentou ainda mais a preocupação com a possibilidade de uma nova epidemia de dengue em Paranavaí. A cidade agora tem duas áreas consideradas em surto e outras duas em vias de entrar na mesma condição.
Ontem o diretor da Vigilância em Saúde, Randal Khalil Fadel, informou que além da área do Jardim Santos Dumont (e bairros do entorno), a região do Jardim São Jorge (especialmente perto da Rua Barão do Rio Branco) também pode ser considerada em surto. 
A condição é caracterizada pelo aumento localizado do número de casos em curto espaço de tempo. A epidemia, por sua vez, é uma situação mais prolongada e espalhada pela cidade. 
Na área do Santos Dumont foram contabilizados pelo menos 18 casos positivos e novas notificações diárias, enquanto no São Jorge são 11 registros. No geral a cidade tem 61 pacientes positivos para dengue em um total e 277 notificações de casos suspeitos. 29 exames ainda aguardam resultado do Laboratório Central do Estado - Lacen.
Além das áreas já em surto, outros dois pontos da cidade preocupam a Vigilância, podendo entrar rapidamente em surto. São eles: área perto do estádio Waldemiro Wagner e região do Aeroporto Edu Chaves. 
Para enfrentar a situação delicada, Fadel Filho reforça as medidas de controle, tais como o bloqueio e a limpeza de ambientes e bocas de lobo, feita no Jardim Santos Dumont, por exemplo. 
O bloqueio consiste em pulverizar inseticida para eliminar o mosquito transmissor adulto (Aedes aegypti) num raio de 300 metros da casa de cada paciente. Com isso, reduz-se a possibilidade de contágio a partir do caso registrado pela ausência do vetor. 
O diretor confirma que houve um aumento no número de casos a partir do período da ExpoParanavaí, evento que trouxe pessoas de todas as cidades da região, muitas delas em epidemia. Porém, o impacto foi menor que o temido antes da feira.
NOVO LEVANTAMENTO - Enquanto se preocupa com o combate ao mosquito, a cidade começa nesta segunda-feira o segundo Levantamento de Índice Rápido - Lira - do ano de 2015. O trabalho verifica a infestação pelo mosquito transmissor. O primeiro, realizado em janeiro, apontou infestação de 4,7%, muito além do tolerável pela Organização Mundial de Saúde - OMS - abaixo de 1%.
O Lira consiste de busca em 10% dos 1.600 quarteirões da cidade e verificação em 20% dos imóveis de cada. Em toda a cidade serão cerca de dois mil imóveis, escolhidos de forma aleatória.  
Após a verificação, os integrantes do Comitê de Combate à Dengue serão convidados para uma reunião de avaliação. Se não houver atraso na coleta dos dados por causa de eventuais chuvas, o encontro será na quinta-feira, às 8h30, na sede da Vigilância. 


http://diariodonoroeste.com.br/noticia/cidades/local/66677-com-duas-areas-da-cidade-em-surto--dengue-causa-preocupacoes-extras#.VRqN-_nF8mE

segunda-feira, 23 de março de 2015

VIGILÂNCIA FAZ ALERTA SOBRE NÚMERO ELEVADO DE CASOS DE DENGUE NO JARDIM SANTOS DUMONT

“Estamos preocupados com o número elevado de casos de dengue confirmados em alguns bairros da cidade, especialmente no Jardim Santos Dumont. Estamos com 12 casos confirmados na região que fica entre as ruas Luiz Spigolon e Martin Luther King, e as avenidas Heitor Furtado e Amador Aguiar. As pessoas que moram nesta área devem ficar muito atentas e redobrar a limpeza de quintais, calhas, vasos de plantas e recipientes que possam acumular água”. O alerta é do diretor da Vigilância em Saúde (Visa) de Paranavaí, Randal Fadel Filho.
De 1º de janeiro até hoje, a Visa já notificou 248 casos de suspeita de dengue em Paranavaí. Destes, 45 foram confirmados, 163 descartados e 40 aguardam resultado. “Só no mês de março já foram 18 novos casos confirmados de dengue na cidade. É um período de muita chuva, mas de intenso calor e a população descuida dos recipientes acumuladores de água. Estamos encontrando de 10 a 12 focos de larvas do Aedes aegypti todos os dias nas visitas dos agentes de endemias. Neste mês já encontramos 134 focos, dos quais 71 proprietários foram advertidos, 60 foram notificados e estão dentro do prazo para fazer a limpeza e outros 3 já foram encaminhados para ser lavrada multa”, aponta Randal.
Além do Jardim Santos Dumont, o Jardim São Jorge e o Ouro Verde também precisam ficar em alerta. Estes dois bairros estão com 7 casos confirmados cada.
Nesta quinta-feira, dia 26, os agentes de endemias da Visa vão realizar um mutirão de fiscalização, orientação e limpeza na região do Jardim Santos Dumont para tentar controlar o número de casos de dengue no bairro.
Confira os locais com casos confirmados de dengue este ano:
Localidade
Número de casos confirmados
Jardim Santos Dumont
12
Jardim Ouro Verde
7
Jardim São Jorge
7
Jardim América
5
Centro
4
Jardim Ouro Branco
4
Jardim Simone
3
Jardim Sílvio Vidal
1
Jardim Morumbi
1
Vila Operária
1
Total de casos confirmados: 45

domingo, 15 de março de 2015

TOTAL DE NOTIFICAÇÕES DE DENGUE, NA REGIÃO, PASSA DE 2.500 NO ANO

Os dados revelam que duas cidades - Loanda e São João do Caiuá - vivem uma epidemia - enquanto Santo Antônio do Caiuá também deve entrar nesta condição. Santa Isabel e Diamante do Norte estão no chamado alerta alto

O número de notificações de casos de dengue na região de Paranavaí chegou a 2.577 em 2015. É o que aponta a planilha fechada na última quinta-feira pela 14ª Regional de Saúde, com base nas informações oficiais dos municípios. 
Os dados revelam ainda que duas cidades - Loanda e São João do Caiuá - vivem uma epidemia - enquanto Santo Antônio do Caiuá também deve entrar nesta condição. Santa Isabel do Ivaí e Diamante do Norte estão no chamado alerta alto. 
A maior incidência é de São João do Caiuá com 984 notificações, o que dá a preocupante proporção superior a 7.800 casos por 100 mil habitantes. Destes, 476 foram confirmados em exames laboratoriais. 
A cidade tem pouco mais de 06 mil moradores. O número de registros de casos tem caído nas últimas semanas, indício de que o auge da epidemia pode ter passado.
Em Loanda a situação também preocupa com 770 notificações e 315 resultados positivos confirmados por exames. A cidade vive incidência de quase 400 casos por 100 mil habitantes. O município conta atualmente com população de pouco mais de 22 mil moradores.
Santo Antônio do Caiuá vive uma posição inversa a São João do Caiuá. A cidade está entrando numa epidemia. São 93 notificações em 2015 com 33 exames positivos. A incidência é superior a 1.000 casos por 100 mil habitantes. A cidade conta com pouco mais de 2.700 habitantes. 
CENÁRIO EM PARANAVAÍ - Paranavaí, a maior cidade do Noroeste, fechou a semana com 33 confirmações, num universo de 254 notificados, sendo que 108 ainda aguardam resultados de exames. A incidência é baixa em relação aos casos anteriores - 33,8 por grupo de 100 mil moradores.
Mas, o que preocupa em Paranavaí é o alto índice de infestação do Mosquito Aedes aegypti, espalhado por toda a cidade. Os casos também são espalhados por várias áreas urbanas. Na prática, o risco de descontrole é grande e vem sendo reduzido caso a caso com bloqueios eficazes, como define o diretor da Vigilância em Saúde, Randal Khalil Fadel.
As preocupações são maiores nestes dias de exposição no Parque Arthur da Costa e Silva. A feira atrai público de várias regiões do país, especialmente do Noroeste. Essas pessoas podem levar ou trazer a doença, ajudando a espalhar a dengue. 
Para fazer frente, a Vigilância diz que está atuando para eliminar o mosquito adulto na área do parque e, com isso, reduzir o risco. A transmissão se dá através do mosquito, que pica uma pessoa doente e passa o vírus ao picar uma pessoa saudável. 
COMO É FEITO O CÁLCULO - Nesta semana o Ministério da Saúde divulgou o balanço de 2015 sobre a dengue no país. São 340 municípios em situação de risco, informa, incluindo alguns do Noroeste do Paraná. O risco é avaliado a partir dos índices de infestação do mosquito. A Organização Mundial de Saúde considera tolerável até 1%. Em Paranavaí, por exemplo, o último levantamento acusou 4,7%, ou seja, a cada 100 imóveis, em 4,7 havia foco.
Já sobre o cálculo para caracterizar epidemia, o Ministério utiliza a incidência de 200 casos para cada grupo de 100 mil moradores. O coordenador da Vigilância em Saúde da Regional, Valter Sordi Júnior, detalha que os números são referências. Outros fatores devem ser levados em conta, incluindo a incidência do mosquito, tamanho da população e capacidade de enfrentamento.
Abaixo de 100 casos por 100 mil moradores é uma situação considerada passível de controle. Entre 100 e 200 casos é situação do chamado alerta vermelho, ou seja, atenção máxima. Já entre 200 e 300 por 100 mil está caracterizada a epidemia. É considerada epidemia toda a situação que foge ao controle, sintetiza Sordi Júnior.
Importante ter em mente que se trata de uma proporção. Numa população de 1.000 habitantes, por exemplo, 34 casos já caracterizam epidemia. Numa cidade de 3 mil moradores bastam 09 casos, situação de muitos municípios do Noroeste. Por isso, toda a região é considerada preocupante e passível de uma epidemia.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

AUTORIDADES ALERTAM QUE PARANAVAÍ VIVE CENÁRIO FAVORÁVEL PARA UMA NOVA EPIDEMIA DE DENGUE




“Paranavaí é um potencial candidato a sofrer com uma nova epidemia de dengue”. A informação é do diretor de Vigilância em Saúde (Visa) do município, Randal Fadel Filho, que nesta quinta-feira (15) conduziu a reunião do Comitê Municipal de Combate e Prevenção à Dengue.
Segundo Randal, o alto índice de infestação de larvas do mosquito – são cerca de 20 focos encontrados diariamente – somado à confirmação de um novo caso da doença (no final de dezembro) forma um cenário propício para um novo surto no município. “A situação é agravante. O volume de larvas encontradas tem sido grande e um novo caso da doença foi confirmado há cerca de 15 dias. Ou seja, a circulação viral está na cidade, tornando fácil a contaminação dos vetores. Então é como uma panela de pressão que pode explodir a qualquer momento”, frisou o diretor, que confirmou 15 casos notificados da doença nos primeiros 15 dias de 2015.  
O secretário municipal de Saúde, Agamenon Arruda de Souza, voltou a pedir a colaboração das entidades e organizações pertencentes ao Comitê no sentido de se tornarem fiscais e agentes multiplicadores de informação. “Gostaria que todos ajudassem, porque o município sozinho não tem força suficiente. Nossas equipes estão trabalhando diariamente com visitas domiciliares, eliminação de focos, acompanhamento de pontos estratégicos, mas se toda a população colaborar passaremos de dezenas para milhares de agentes conscientizadores”, salientou o secretário.
O representante da Divisão de Vigilância em Saúde da 14ª Regional, Valter Sordi, também alertou para os riscos de dengue hemorrágica e outras complicações. “Estamos tendo alguns casos graves de dengue em pacientes da região, inclusive com internamento na UTI. Estamos muito preocupados porque as chances de complicação aumentam uma vez que boa parte da população já contraiu a doença antes e está com o organismo fragilizado”, advertiu Valter.
MULTAS E NOTIFICAÇÕES – Desde o início desta semana, a Visa intensificou a notificações e multas para moradores que não mantiverem as residências e estabelecimentos comerciais limpos e livres de focos de larva do mosquito Aedes aegypti. Agora, caso um foco de larva do mosquito seja encontrado, o material será recolhido para análise e os moradores serão notificados pelos próprio agentes de endemias e terão um prazo de cinco dias para comparecer à sede da Vigilância.
Se os exames confirmarem se tratar de Aedes aegypti, o morador será multado. Caso a larva seja de outro tipo de mosquito, será aplicada uma advertência. O valor inicial da multa é de R$ 200,00, conforme estabelecido pela Lei nº 3.023/2007, e pode dobrar no caso de reincidência. A Visa informa que, uma vez aplicada, a multa não será anulada e, caso não sejam quitadas, irão para a Dívida Ativa da Prefeitura.
 

sábado, 3 de janeiro de 2015

MORADORES QUE NÃO ELIMINAREM FOCOS DO MOSQUITO DA DENGUE SERÃO MULTADOS

Moradores que não eliminarem focos do mosquito da dengue serão multados

Multa será aplicada apenas quando houver focos do Aedes aegypti
Foto: Arquivo DN

A partir deste ano, os moradores de Paranavaí que não eliminarem focos do Aedes aegypti, mosquito que transmite a dengue, serão multados. A medida é uma estratégia da Administração Municipal para evitar que a cidade enfrente nova epidemia de dengue, como ocorreu em 2013. 
O diretor da Vigilância em Saúde, Randal Fadel Filho, disse que o número de criadouros do mosquito encontrados nas últimas semanas do ano passado revelou o descaso da população. De 1º a 19 de dezembro foram 301 focos de larvas do Aedes aegypti, todos descobertos durante as visitas de rotina feitas pelos agentes de controle de endemias.
A maioria desses criadouros (42,9%) foi identificada em pequenos depósitos móveis, por exemplo, bebedouros de animais. Piscinas e tanques, além de lixo descartado de maneira irregular, também fazem aumentar a preocupação de Fadel Filho. “A quantidade de mosquitos em circulação é assustadora”.
O diretor da Vigilância em Saúde explicou que nos dois primeiros meses do ano os agentes de controle de endemias expedirão advertências e farão orientações para os moradores. A aplicação das multas terá início a partir de março. O valor inicial será de R$ 200, dobrando a cada reincidência.
Fadel Filho fez questão de informar que as multas que serão aplicadas por causa dos criadouros do mosquito da dengue nada têm a ver com o trabalho de fiscalização sobre terrenos baldios. Esse continuará sendo realizado pelas equipes das secretarias de Desenvolvimento Urbano e de Meio Ambiente.
NÚMEROS - Em 2014, a Vigilância em Saúde registrou mais de 550 casos suspeitos de dengue em Paranavaí, confirmando 99 e descartando aproximadamente 450. O último caso positivo foi registrado no período de 16 a 22 de novembro.

Fonte: REINALDO SILVA - Da Redação



domingo, 28 de dezembro de 2014

DESCARTE DE LIXO EM TERRENOS BALDIOS AUMENTA RISCO DE EPIDEMIA DE DENGUE

Descarte de lixo em terrenos baldios aumenta risco de epidemia de dengue

Orientação é que os moradores façam o descarte correto de resíduos sólidos - Foto: Arquivo DN/Fabiano Fracarolli
O problema se estende há anos e parece que ainda falta muito para ser resolvido. O descarte irregular de lixo preocupa não somente pela questão ambiental, mas, também, por causa da dengue. É que muitos objetos jogados em terrenos baldios se tornam criadouros do Aedes aegypti, mosquito que transmite a doença.
O diretor da Vigilância em Saúde de Paranavaí, Randal Fadel Filho, disse que os agentes de controle de endemias estão atuando de forma intensiva para eliminar esses focos de larvas do Aedes aegypti. Mas a falta de conscientização dos moradores tem dificultado o trabalho.
Segundo Fadel Filho, a quantidade de mosquitos encontrada em Paranavaí revela o risco de uma nova epidemia de dengue na cidade, apesar de o número de casos positivos ser bem menor do que o registrado em 2013. De 1º de janeiro até ontem, foram 99 confirmações. No ano passado foram mais de 10 mil pessoas com a doença.
A orientação do diretor da Vigilância em Saúde para os moradores é que em vez de jogarem o lixo em terrenos vazios, deixem os resíduos em frente de casa para que sejam recolhidos pela equipe de coleta de lixo.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

DENGUE: PONTOS CRÔNICOS DE DESCARTE IRREGULAR DE LIXO CONTINUAM PREOCUPANDO AUTORIDADES

O descarte irregular de lixo em alguns pontos crônicos, entre eles fundos de vale, continua preocupando autoridades de Paranavaí, que não descartam a possibilidade de uma nova epidemia de dengue no município. De acordo com Randal Fadel Filho, diretor da Vigilância em Saúde (Visa), todos os 16 pontos que receberam limpeza completa com o caminhão de apoio em outubro deste ano voltaram a ser poluídos indiscriminadamente pela população.
Durante a reunião do Comitê Municipal de Combate e Prevenção à Dengue, realizada nesta quinta-feira (12), o diretor exibiu fotos tiradas no início deste mês que mostram a desova de lixo em pontos críticos como os das ruas X (no Jardim Morumbi e Oásis), Rio Grande do Sul, Longuino Boraczynski, José Ebiner, José de Souza Leite, Amador Aguiar, Avenida Tancredo Neves e Conjunto Residencial Étore Giovine. Segundo ele, algumas pessoas já foram flagradas desovando lixo nesses locais e foram encaminhados ao Ministério Público.
“Todos estes locais contam com coleta de lixo orgânico e reciclável, sem falar no caminhão de apoio que passa por ali todas as semanas, então nada justifica esse tipo de ação”, afirmou o secretário municipal de Meio Ambiente, João Marques, que esteve presente na reunião que contou ainda com a participação dos secretários Agamenon Arruda de Souza (Saúde) e Eurípedes Lemes Silva (Infraestrutura), do vereador Walter dos Reis, do presidente do Conselho Municipal de Saúde, Adilson Francisco, e membros do comitê. Ao todo, 32 instituições foram convidadas para a reunião, mas apenas 11 foram representadas.
BALANÇO - Esta foi a última reunião da entidade neste ano. Na oportunidade foi apresentado um relatório sobre a situação da dengue no município e discutidas estratégias para o enfrentamento da doença em 2014.
Segundo Randal, quatro casos positivos de dengue (sendo 1 importado) já foram confirmados no município deste outubro. A cidade está tendo, em média, três notificações diárias da doença, sendo que 45 ainda aguardam resultado.
“Embora o último Lira tenha apresentado um índice de infestação predial dentro do tolerável, o risco de uma nova epidemia ainda é alto por causa da circulação viral. Além disso, temos a chegado do verão, com clima quente e chuva, e das férias, onde muitos imóveis ficam fechados. Além disso, estamos encontrando entre 20 a 30 focos do mosquito diariamente durante nossas visitas”, destacou o diretor.
Entre as principais ações do setor realizadas neste ano, ele ainda destacou a reativação do Comitê, a semana de mutirão de combate a dengue realizada em outubro, a reestruturação da equipe de pontos estratégicos, a elaboração do Plano de Contingência para Epidemias de Dengue para 2013/2014 e a intensificação de campanhas educativas e palestras em diversas entidades.
O diretor reconheceu que, por causa da epidemia de dengue que se alastrou no município no início deste ano, os três primeiros ciclos de visitas não puderam ser concluídos principalmente por falta de recursos humanos para o desenvolvimento do trabalho, mas que agora o serviço está sendo realizado dentro do prazo e parâmetros estabelecidos pelas Diretrizes do PNCD (Programa Nacional de Combate a Dengue).
Com mudanças de estratégias – visitas em horário de almoço e finais de semana –, o setor de endemias conseguiu reduzir o índice de imóveis fechados que era de 14% no quarto ciclo de visitas, para 12% no quinto ciclo. “O número ainda continua alto e novas medidas serão tomadas visando a redução do mesmo”, declarou o diretor.
FÉRIAS DE AGENTES – Seguindo uma recomendação do Ministério Público, o Setor de Endemias estabeleceu uma programação de férias dos agentes ao longo de 2014 a fim de que os trabalhos de orientação e administrativo não sejam prejudicados. De acordo com a escala, cada mês quatro agentes, sendo um por equipe, serão liberados para as férias. No caso de uma nova epidemia, nenhum agente terá férias liberada nos meses de janeiro, fevereiro e março.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

MEIO AMBIENTE VAI IMPLANTAR PROJETO CROTALÁRIA NAS ESCOLAS PARA AJUDAR NO CONTROLE DA DENGUE

Uma pequena planta vai começar a ser usada como uma grande aliada no combate à dengue em Paranavaí: a crotalária. Caracterizada como uma planta leguminosa, a crotalária atrai as libélulas, que são insetos voadores que se alimentam das larvas e dos mosquitos adultos do Aedes aegypti. “Vamos iniciar esta semana um trabalho nas escolas do município para apresentar o Projeto Crotalária Contra a Dengue. A ideia é envolver o maior número de alunos e moradores dos bairros em uma ação simples e de baixo custo que vai ajudar no controle da dengue em Paranavaí”, explica a Relações Públicas da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Andressa Paz.
Cinco escolas serão as primeiras a receber a visita dos funcionários da Sema para a apresentação do projeto. São as escolas Jaime Canet, Cecília Meireles, Getúlio Vargas, Dácia Figueiredo Fortes e Ilda Campano Santini. “Nosso objetivo é explicar para os alunos sobre as características da planta, o ciclo de vida da libélula, e esclarecer como a crotalária pode ajudar a combater as larvas e o mosquito da dengue. Depois disso nós vamos distribuir e plantar as sementes da crotalária com os alunos, professores, funcionários e a comunidade do entorno da escola. Com o plantio da crotalária em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e margens de ribeirões, podemos controlar a transmissão da dengue eliminando as larvas e o inseto transmissor”, esclarece Andressa.
O Projeto Crotalária Contra a Dengue está programado para acontecer até o final do ano letivo em Paranavaí. A Secretaria de Meio Ambiente vai fornecer as sementes para o plantio e fazer o trabalho de orientação com a comunidade escolar. A meta é que todas as escolas, seus entornos e a casa de cada aluno tenha sementes de crotalária plantadas para ajudar no combate à dengue.
“Claro que simplesmente plantar a crotalária não vai deixar ninguém completamente livre da dengue. Os cuidados habituais precisam continuar, cada um fazendo sua parte, limpando seu quintal, eliminando qualquer objeto que possa acumular água parada. O plantio da crotalária é mais uma alternativa de reforço no controle de uma nova epidemia, mas cada cidadão precisa ser uma força a mais nesta luta”, frisa o secretário de Meio Ambiente do município, João Marques.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

MEIO AMBIENTE TRABALHA COM ROÇADAS PARA AJUDAR NO COMBATE À DENGUE

 
Unindo forças às demais secretarias do município no combate à dengue, as equipes da Sema (Secretaria de Meio Ambiente) estão trabalhando com um cronograma de limpeza dos espaços públicos para garantir a boa aparência e impedir a proliferação das larvas do Aedes aegypti. Nesta quarta-feira (23) foram executadas roçadas em cinco pontos: no entorno do Terminal Rodoviário Interestadual, no Campo da Coloninha, em trechos da Avenida Humberto Bruning, na UBS do Campo Belo e no Posto Odontológico do Jardim São Jorge.
Neste sentido, a Seinfra (Secretaria de Infraestrutura) trabalhou com a limpeza de várias ruas da cidade, além da limpeza de bocas de lobo no Jardim Renascer, Jardim das Palmeiras e Conjunto Hélio Lopes. As equipes executaram ainda o patrolamento de vias não asfaltadas do Jardim Vista Alegre e ainda na Rua José Benício de Souza (Jardim São Jorge).

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

MUNICÍPIO PEDE COLABORAÇÃO DE CARROCEIROS NO COMBATE À DENGUE E ORIENTA SOBRE NORMAS DA ATIVIDADE

 

 
 
Dando sequência às ações de mobilização dos diversos segmentos da sociedade no combate à dengue, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) realizou na última quinta-feira (31) uma reunião com os carroceiros do município para pedir a colaboração de todos no combate à doença e orientar o grupo quanto às normas da atividade e a correta destinação dos resíduos de construção civil e de podas de árvores.
Cerca de 120 carroceiros foram convidados para a reunião, que aconteceu no Centro da Juventude, mas apenas três compareceram. “Precisamos do engajamento de toda a população para combater a dengue em nossa cidade e os carroceiros é um grupo importante nessa missão, já que eles transportam diversos tipos de materiais que, se descartados em locais impróprios, podem representar um grande risco à saúde de toda população”, ressaltou o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
A reunião foi conduzida pelo diretor de Gestão Ambiental da Semam, Edson Hedler que, juntamente com o gerente administrativo da Ditran (Diretoria de Trânsito), Gabriel Luiz, lembrou os carroceiros de questões relevantes para o exercício da profissão, como os locais corretos para o descarte de resíduos de construção e poda de árvores, a atualização do cadastro junto ao município, a necessidade de emplacamento e utilização de faixas refletivas nas carroças, entre outras normas.
“Com essa conversa queremos conscientizar e lembrar os carroceiros das normas que regem a atividade, que constam na Lei Municipal nº 2.349/2002 e no decreto nº 10.170/2008, já que em breve nos vamos intensificar a fiscalização do serviço. É importante lembrar que a multa para o carroceiro que for pego descarregando resíduos em locais impróprios começa em R$ 180,00, e a multa para as carroças que estiverem irregulares começa em R$ 46,00, podendo dobrar no caso de reincidência”, frisou Hedler.
FISCAIS – Segundo Marques, já foi autorizado pelo prefeito Rogério Lorenzetti a contratação de dois fiscais que farão todo o serviço de fiscalização das leis ambientais, tais como descarte irregular de lixo, corte e poda irregular de árvores, fixação de placas e faixas em árvores e canteiros, poluição de rios na área urbana, entre outros. “Os fiscais já estão em fase de treinamento e em breve começarão a ajudar a Secretaria de Meio Ambiente a controlar melhor o cumprimento das leis ambientais”, afirmou o secretário.