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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

CHUVEIRO QUE REUTILIZA ÁGUA NO BANHO É CAPAZ DE ECONOMIZAR R$ 3 MIL POR ANO

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Sistema utiliza bombas para levar a água que cai no ralo de volta para o chuveiro
Fotos: Divulgação

Grande vilão da conta de luz, o chuveiro elétrico (em versões mais ambientalmente corretas) já foi notícia inúmeras vezes aqui no EcoD. Mostramos, por exemplo, um modelo que avisa que o tempo do banho acabou, outro que vem equipado com plantas que filtram a água e até um made in Brasil, produzido por um casal de brasileiros. 

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Mas como a sustentabilidade é um caminho sem fim (ainda bem!), inovações sempre estão por vir. Uma empresa sueca criou um chuveiro capaz de economizar até 90% de água e 80% de energia, graças a uma tecnologia capaz de reciclar a água e, posteriormente, purificar o recurso - com qualidade até para ser ingerida. 

O sistema utiliza bombas para levar a água que cai no ralo de volta para o chuveiro. O líquido é descartado após o banho.
Segundo estimativa da Orbital Systems, o chuveiro economizaria US$ 1.259,81 (R$ 3.014,73) por ano na conta de água e energia na cidade de São Paulo.
O cálculo levou em consideração quatro banhos diários de dez minutos cada. No site da empresa da Suécia, é possível fazer o cálculo médio da economia em 23 cidades.
No caso de São Paulo, o custo da água no ano seria de US$ 394,20 contra US$ 58,18 com o uso da tecnologia.
Já no caso da energia, o valor cairia de US$ 1.298,40 para US$ 324,60. Confira o cálculo aqui. Não há previsão de venda do produto no Brasil. 
Desperdício de água
Um quarto da água captada pela Sabesp na Grande São Paulo é perdida no trajeto entre a represa e a caixa de água das casas e dos edifícios. Se tanta água não fosse perdida (2 milhões de metros cúbicos/dia), a crise pela falta de chuva no sistema Cantareira seria menor, assim como a ameaça de racionamento para 9,8 milhões de pessoas.
Dos 24,7% de perdas registradas em 2013, aproximadamente 60% são devido a vazamentos na rede. Os 40% restantes são decorrentes dos chamados "gatos" (furtos de água via ligações clandestinas).


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

EMPRESÁRIO DÁ EXEMPLO DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL AO PLANTAR 25 MUDAS DE ÁRVORES AO REDOR DA RESIDÊNCIA

Há alguns meses, o pioneiro e empresário paranavaiense Ephraim Marques Machado plantou ao redor de sua residência, localizada na área central da cidade, 25 mudas de quaresmeiras (árvore utilizada para arborização urbana e projetos de paisagismo). Além de pagar por todas as mudas, o empresário também arcou com toda a despesa dos gradios instalados para preservar as arbóreas.
As primeiras flores ainda vão demorar algum tempo para desabrochar, mas para Ephraim isso é só mais um detalhe. “Eu gosto do verde e acho que o meio ambiente deve ser respeitado por todos. Não concordo com o desmatamento indiscriminado e acredito que preservar é um compromisso que devemos ter para com o nosso futuro e o de toda nossa família”, afirma o empresário.
Para plantar as mudas, Ephraim buscou orientação junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam). “Ele queria uma árvore que desse flores e nós orientamos quanto a melhor opção para a área urbano e qual deveria ser a distância entre uma muda e outra”, observa a bióloga da Semam, Poliana Moraes.
Para o secretário de Meio Ambiente, João Marques, que visitou a residência do empresário nesta semana acompanhado do prefeito Rogério Lorenzetti, o caso de seu Ephraim deve servir de exemplo para toda a população. “O Poder Público está fazendo a sua parte com o projeto de arborização Cidade Viva, que está plantando diversas mudas em toda a cidade, e ter a parceria de pessoas como o seu Ephraim é de extrema importância. Ele não só entende a importância da arborização urbana, como também faz a sua parte para ajudar”, aponta Marques.
“Além de melhorar o aspecto estético da cidade, as árvores atenuam o calor do sol, absorvem ruídos, renovam o oxigênio do ar, reduzem os níveis de poluição, entre outros benefícios que refletem diretamente na qualidade de vida da população e por isso o seu Ephraim está de parabéns pela iniciativa”, destaca Lorenzetti.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

RETRATO DO CONSUMO

5% dos consumidores do Brasil são conscientes
Pesquisa divulgada pelo Instituto Akatu aponta que, apesar da baixa percentagem de consumidores brasileiros que podem ser classificados como conscientes, a grande maioria da população não associa a posse de bens ao sentimento de felicidade, o que sinaliza para uma mudança da cultura de consumo para a cultura de bem-estar
 
O número de consumidores conscientes no Brasil não sofreu aumento significativo nos últimos seis anos, conforme aponta a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar, lançada nesta quinta-feira (25), em São Paulo, pelo Instituto Akatu. De acordo com o levantamento, que entrevistou 800 pessoas de todas as regiões do Brasil, apenas 5% dos consumidores do país podem ser classificados como conscientes - exatamente a mesma percentagem das duas últimas edições da pesquisa, que foram realizadas em 2010 e 2006


Já o número de consumidores que podem ser considerados engajados - classificação que aparece logo abaixo dos consumidores conscientes no levantamento - caiu: eles são 22% atualmente, contra 28% em 2006. Para chegar a esse resultado, o Akatu analisou o comportamento dos entrevistados em 13 diferentes indicadores relacionados ao consumo consciente - entre eles, os hábitos de reciclar, comprar orgânicos e ler os rótulos dos produtos antes de decidir se vai levá-los para casa

segunda-feira, 1 de abril de 2013

GRUPO ESTUDA IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE INCENTIVO AO USO DE BICICLETAS EM PARANAVAÍ



 Transporte limpo, sustentável, faz bem para a saúde, pode ser usada para prática esportiva ou de lazer, ocupa pouco espaço e ajuda a melhorar o sistema de mobilidade urbana. “Estamos falando das bicicletas. Temos reunido um grupo de representantes do poder público e da sociedade civil organizada já há 4 meses para estudar ações para a implantação de um Programa de Incentivo ao uso de bicicletas em Paranavaí. Já conseguimos conhecer um pouco da situação das ciclovias do município, aprender sobre o que diz o Código Brasileiro de Trânsito e conhecer as ações desenvolvidas em outras cidades de porte semelhante a Paranavaí”, explica Paula Figueiredo Sanches, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam).
Estudando os modelos adotados em outros municípios paranaenses, como Toledo e Curitiba, algumas propostas já estão sendo discutidas para a implantação do Programa em Paranavaí, como a instalação de paraciclos publicitários. Os paraciclos são suportes/estacionamentos para as bicicletas com a veiculação de propagandas de empresas privadas que adotariam a peça, se tornando responsáveis por sua manutenção para o uso comunitário.
“A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) elaborou um estudo inicial da região central para definir alguns pontos onde poderiam ser instalados os paraciclos, dando a oportunidade de que as pessoas possam se deslocar até o centro comercial de bicicleta e tenham onde deixá-la com segurança enquanto trabalham ou fazem compras. Hoje, o que se vê nas ruas são bicicletas amarradas a postes e até em árvores, prejudicando o meio ambiente, ocupando um espaço de locomoção dos pedestres e com pouca segurança para o ciclista”, aponta Patrícia Carolina Cordeiro, da Sedur.
Outra iniciativa do Programa de Incentivo ao uso de bicicletas seria a instalação de ciclofaixas, que consistem em faixas específicas para o tráfego de bicicletas. “A ciclofaixa garante a segurança dos ciclistas e também é uma maneira de promovermos uma educação no trânsito, no sentido de ensinar os motoristas de carros e outros veículos motorizados a conviver num ambiente de respeito e compartilhamento do espaço com quem utiliza a bicicleta para se locomover”, avalia o ciclista Josemar Richter, que faz parte da equipe de ciclismo A.A.T./Semel/Dias Bike/Unimed de Paranavaí.
Neste sentido, uma primeira proposta seria a interdição, com dias e horários pré-determinados, do trânsito de veículos automotores em trechos de vias próximas a praças e locais de lazer da cidade, deixando esta rua para utilização exclusiva de lazer com bicicletas.
Atreladas a estas ações, o grupo ainda pretende articular campanhas de conscientização junto aos motoristas do município e trabalhar para a revitalização e recuperação das ciclovias já existentes no município.
“A intenção maior é incentivar que as pessoas usem a bicicleta como meio de locomoção, seja para lazer, seja para esporte ou para ir trabalhar, visitar um amigo. Com o crescimento do número de veículos transitando nas ruas de Paranavaí, precisamos também pensar alternativas para que todo mundo consiga uma vaga para estacionar, para que o tráfego de qualquer veículo, seja carro, moto ou bicicleta, seja seguro para todos, e também para que possamos incentivar uma melhoria na qualidade de vida da população. A bicicleta não polui, é barata, ajuda sua saúde e também pode ser um meio de integração social, já que hoje existem grupos em Paranavaí que saem para pedalar juntos”, conclui Josemar.
A reunião desta quarta-feira (27) contou ainda com a presença de representates da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Thaís Marina Pereira e Éder Mendonça, a diretora de Turismo do município, Sony Zerbatto Felippe, o gerente administrativo da Diretoria de Proteção à Vida, Patrimônio Público e Trânsito, Gabriel Luiz e Vanessa Tortorelli Spigolon (APEAP/CODEP).


http://www.prefeituraparanavai.com.br/noticias/detalhes_noticias.php?id=4420

terça-feira, 13 de novembro de 2012

MEDICAMENTOS VENCIDOS NÃO PODEM SER JOGADOS NO LIXO COMUM

Os consumidores devem levá-los a uma farmácia, unidade básica de saúde ou Vigilância em Saúde, para que os produtos recebam a destinação correta.

Remédios em desuso devem ser levados a farmácias, para que recebam a destinação adequada - Foto: Fabiano Fracarolli

Resíduos químicos, dentre os quais, os medicamentos, não podem ir para o lixo comum. Precisam ter a destinação correta para evitar a contaminação do meio ambiente, conforme determinam a Lei 12.305/2010 e o Decreto 7.404/2010. Em Paranavaí, remédios vencidos, em desuso ou sobras podem ser entregues em farmácias, Unidades Básicas de Saúde e na sede da Vigilância em Saúde (Visa).
Fiscal sanitária da Visa de Paranavaí, a farmacêutica Giovana Teixeira Zotareli explica que qualquer medicamento pode provocar reações adversas, por exemplo, intoxicação. Nos casos mais graves, pode levar à morte. “Costumamos dizer que a diferença entre o medicamento e o veneno é a dosagem”, diz, enfatizando a importância do descarte adequado dos remédios.
De acordo com o farmacêutico Paulo Henrique de Souza Freire, da Rede Líder, todo e qualquer medicamento pode ser entregue nas farmácias. “Algumas pessoas trazem remédios mesmo ainda não estando vencidos”. Ele informa que uma vez por mês os produtos descartados pelos clientes são recolhidos por uma empresa especializada na destinação de medicamentos.
TRATAMENTO ADEQUADO - Giovana destaca que os remédios recolhidos pelas empresas especializadas podem receber diferentes tipos de destinação. Alguns podem ser incinerados, outros não. Para cada caso, há uma forma adequada de tratamento. A bula e a caixinha, explica, podem ser recicladas, mas as embalagens que têm contato direto com o remédio, não.
RISCOS PARA SAÚDE - A fiscal sanitária da Visa faz um alerta sobre os cuidados com crianças e idosos. As crianças porque podem ser atraídas pelo colorido dos remédios e consumi-los de forma indevida. Os idosos porque muitos fazem uso contínuo de medicação e podem confundir os remédios, provocando as reações adversas.
FISCALIZAÇÃO - Giovana ressalta que as equipes da Vigilância em Saúde realizam constantes fiscalizações para verificar se as farmácias recolhem medicamentos vencidos e dão a destinação correta. Segundo ela, o primeiro passo consiste na orientação, depois, pode haver advertência, interdição, multa e fechamento do estabelecimento que não cumprir as determinações legais.
LOGÍSTICA REVERSA - Da mesma forma que pneus, aparelhos eletrônicos e lâmpadas, por exemplo, os medicamentos fazem parte dos resíduos que se encaixam na lei da logística reversa. Significa que o consumidor final deve fazer restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para o devido reaproveitamento no ciclo produtivo ou a destinação final ambientalmente adequada.



terça-feira, 10 de abril de 2012

ÍMÃS DE GELADEIRA VÃO AUXILIAR POPULAÇÃO COM AS DATAS DA COLETA SELETIVA EM PARANAVAÍ

Alunos do 3º ao 5º ano das escolas municipais estão recebendo a visita das equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) para palestras educativas, e a entrega de ímãs de geladeira com os dias da coleta seletiva nos bairros. O projeto começou há alguns dias e deve se estender ainda às escolas estaduais e particulares de Paranavaí.
“Foram confeccionados 14 mil ímãs de geladeira, onde as crianças podem marcar os dias corretos que o caminhão da coleta seletiva passa no seu bairro, recolhendo o lixo reciclável. Esta coleta é feita duas vezes na semana em cada bairro e é importante que a população saiba essas datas para fazer a separação do lixo de maneira correta”, explica o diretor de gestão ambiental, Edson Hedler.
Atualmente são coletadas pelo menos 2 mil toneladas de lixo por mês em Paranavaí. “Segundo estudos feitos por universidades, em média 30% do lixo coletado em uma cidade é reciclável. Então, aqui em Paranavaí, deveríamos estar recolhendo no mínimo 600 toneladas de lixo reciclável, mas hoje atingimos apenas a marca de 180 toneladas por mês. Quer dizer que tem mais de 400 toneladas de lixo indo para o lugar errado. Isso se reverte em prejuízos para o aterro sanitário, e também para as 80 famílias que fazem parte da cooperativa de catadores, que dependem da coleta seletiva para se manter”, avalia o secretário de Meio Ambiente, João Marques.
Nesta segunda-feira (9), as instrutoras do projeto fizeram palestras educativas e a distribuição dos ímãs na escola José Vaz de Carvalho, no distrito de Sumaré. O local é considerado pela Semam como a região que mais destina lixo reciclável para a coleta seletiva e que faz a separação com mais qualidade entre os seis setores do município.
Nas salas de aula, as instrutoras Paula e Mariana explicam aos alunos a importância de separar o lixo reciclável do lixo orgânico. “Se o lixo não for separado, recolhido e destinado corretamente, ele pode trazer muitos problemas, como doenças, acúmulo de água parada que ajuda o mosquito da dengue a se proliferar, etc. Todos precisam aprender a fazer a separação do papel, plástico, alumínio e vidro, que são materiais recicláveis, e deixar este lixo selecionado na frente de casa nos dias em que o caminhão da coleta seletiva passa. Este lixo vai para a Coopervaí, onde ele é prensado e vendido para empresas especializadas, que reaproveitam tudo e ajudam a diminuir os impactos no meio ambiente”, explica Paula.
Para a Semam, a grande dificuldade continua sendo a separação incorreta do lixo e o fato da população colocar os materiais para serem recolhidos nos dias errados. “Todas as políticas públicas que o município pode adotar estão sendo feitas. O que pedimos é a colaboração da população. Não é uma coisa tão complicada assim. É só separar o lixo seco do molhado. O seco são os recicláveis, que devem ser colocados para recolhimento nos dias em que passa o caminhão da coleta seletiva. E o molhado é o lixo orgânico, que é recolhido pelo caminhão da coleta comum, também no dia destinado especialmente para este serviço. Ensinar isso para as crianças é muito importante, porque em casa eles cobram, se dedicam, repassam aos pais. Se cada um fizer a sua parte, teremos uma cidade mais limpa e agradável para todos”, conclui o secretário João Marques.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PERIGO DO LIXO NAS RUAS


O lixo depositado nas ruas ou em terrenos baldios exposto ao ar atrai inúmeros animais, pequenos ou grandes. Os primeiros a aparecer são as bactérias e os fungos. O cheiro da decomposição se alastra com o vento e atrai outros organismos, como baratas, ratos, insetos e urubus, que além de se nutrirem a partir da matéria orgânica presente no lixo, se proliferam, pois o local também lhes oferece abrigo. Ratos também gostam de se reproduzir nesses lugares. Estes animais são veiculadores (vetores) de muitas doenças como diarréias infecciosas, disenteria, parasitoses, vômito, febre, etc. Pode ainda permitir o desenvolvimento de larvas de mosquitos vetores de doenças como a dengue e a leishmaniose.
A lógica é a seguinte: se uma barata ou mosca for ao lixo, e depois entrar na casa de alguém, pode contaminar alimentos e transmitir uma série de doenças. Em relação aos ratos, eles podem passar doenças, como a leptospirose. O cheiro ruim do lixo pode agravar problemas pulmonares, e o contato com a sujeira provoca irritações na pele.
Enfim o lixo descoberto e não tratado, e jogado em lugares públicos sem nenhuma precaução é sinônimo de poluição e doenças, além do que a sujeira espalhada nas cidades da um aspecto feio, entope bueiros, aumentando a incidência de enchentes o que também é prejudicial a saúde pública. Para evitarmos os problemas de doenças causadas pelo lixo, é importante a participação de toda a sociedade que precisa fazer a sua parte depositando o lixo corretamente para ser coletado pelo serviço público de coleta, e exigir dos governos que ele faça a sua parte e propicie a população coleta seletiva de lixo e também o tratamento do lixo.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

LIMPEZA NO PARQUE


Sábado dia 27 estiveram no Parque Prefeito Antônio José Messias - Bosque, alunos do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental da Faculdade FATECIE.
Os alunos estava acompanhados pela professora Ester Back e realizaram um mutirão de limpeza no local. Com a ação os alunos contribuiram com a cidade e com o meio ambiente e praticaram uma atividade de civismo e aprendizagem prática

Paula T. Figueiredo Sanches